sábado, 18 de maio de 2013

PERANTE JESUS.

"E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo coração, como ao Senhor, e não aos homens." (Colossenses, 3:23).
                
                  
                      Grande é a necessária compreensão do serviço do Cristo, em face da transição em curso no planeta, simbolicamente comparada com a separação do "joio e do trigo", contida nos ensinamentos do Mestre.
                      Se na atualidade, os caminhos se nos apresentam com várias armadilhas e povoado de espeças sombras, o único responsável, é o próprio homem.
                      Grande também a urgência da iluminação, por parte de todos, que não concordarem com todas as torpezas que são veiculadas e praticadas pelos que renegam o esclarecimento da Luz Divina.
                      Temos que fazer uma reflexão, a respeito do que queremos, e como nos direcionar nesse final de transição planetária. O Evangelho nos dá o norte, para que não tomemos a postura da mulher de Lot, quando, as porta de Sodoma, preferiu olhar para própria concupiscência, tornando-se moralmente uma inútil estátua.
                       Quando não educamos os nossos sentimentos, nos tornamos semelhante a pedra, endurecidos e opacos sem nenhuma condição de absorver e refletir a Luz Imperecível do Evangelho.
                       Nem só de intelecto vive o homem, é importante indagar de si mesmo quanto aos propósitos de sua vida, além das questões materiais. No seu íntimo existe um santuário, esperando pelo despertamento.
                       O apego, tanto as coisas como aos seres, impede o ser humano de seguir em frente sem ficar olhando para traz. Tanto a família, como outras instituições sociais são importantes, porém, nada fica parado no tempo e no espaço.
                       No transcurso dos anos, tudo se modifica, a única coisa que não muda, é a lei de mudança que muda tudo. Assim, eleva-se o homem para destinos mais altos.
                       Todo esforço que a criatura emprega, é para o seu próprio bem estar.
                        Quando o homem apega-se em demasia as suas obras, fica deprimido e desespera-se quando estas são comidas pelas traças do tempo.
                        O que levaremos daqui, são os valores adqueridos pela luta constante da nossa reeducação espiritual, que aperfeiçoaremos cada vez mais, rumo aos mais altos estágios evolutivos.
                        O trabalho digno é uma oportunidade santificada, se acompanhada pela atitude honrada e legítima de cristão.
                
Muita Paz.
                      







                     

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