terça-feira, 10 de julho de 2012

A cura.

"Perguntou, então a que horas ele se sentira melhor. Eles lhe disseram: "Ontem, à hora sétima, a febre o deixou." Então o pai reconheceu ser precisamente aquela hora em que Jesus lhe dissera: "Teu filho vive;" e creu, ele e todos os da sua casa." (João, 4:52).
                  
                   
                        Saindo de Samaria, o Mestre partiu em direção a Caná da Galiléia onde havia transformado água em vinho. Encontrando com um funcionário real, este pede à Jesus que cure seu filho que estava enfermo em Cafarnaum.
                        O Mestre, diante do pai em desespero, virando-se disse-lhe: "Vai, teu filho vive!".
                         Imediatamente, o funcionário do rei desceu para Cafarnaum, esperando encontrar seu filho em melhor estado de saúde. Chegando em sua casa, foi logo indagando dos criados a respeito do filho. Um deles disse-lhe: "A febre o deixou ontem!"
"A que horas? Indagou o pai ansioso. "À hora sétima", disse o empregado da casa.
                         Imediatamente, o funcionário real caiu de joelhos, pois fora exatamente esta hora que Jesus lhe dissera que seu filho vivia. E deu graças ao Senhor. E todos naquela casa creram.
                         Nos dias atuais, também existem aqueles que padecem do mal da febre. Esta pode ter várias origens. Pode ser causa de uma infecção virótica, ou outros tipos de doenças que agridem o nosso corpo físico.
                         Mas, existe hoje em dia, um tipo de febre, que não somente causa danos a nossa matéria mas, principalmente ao nosso Espírito, onde todas as doenças tem origem.
                         Esse mal, tem várias roupagens: podemos chamá-lo de egoismo, orgulho, prepotência, inveja, malediscência, e etc. Todos nos deixam em um estado tão febril, que um delírio invade todo o nosso ser, tirando-nos a  capacidade de raciocinar dentro da razão, da lógica e do bom senso.
                         Assim, nos colocamos no lugar do Creador, porém, quem fala e dita as normas, é o nosso deus menor. Aquele que tem as mesmas fraquezas que as nossas. Daí para frente, é só desatinos e erros escabrosos.
                         Dessa forma, também corremos o risco de morte, ou seja, de perder a maravilhosa benção que nos foi concedida pela Misericórdia Divina, que é a nossa reencarnação. Oportunidade de resgate de nossos débitos através de uma reeducação espiritual, tendo como pilar o Evangelho de Jesus.
                         Estejamos sempre vigilante, para não ficar em estado febril!
       
Muita Paz.
                        
                        

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