"Certamente que cedo venho." (Apocalipse, 22:20).
Quando estamos na flor da juventude, é comum não preocuparmo-nos com o tempo. Os dias e as noites se misturam, e nós somente damos conta daquilo que lustre o nosso ego. A vida é para todos os gozos, este é o mote da felicidade. O trabalho, educação, família, relações sociais, ficam tudo para o segundo plano. Relacionamento social, só se for com a nossa "tribo", mesmo assim tem que haver uma seleção, para eliminar os chamados caretas.
Um belo "dia", tudo isso acaba. Com um certo "amargo" na boca, percebemos que os caretas agora somos nós. Isso é muito ruim! No apagar das luzes da juventude, a alma já está plenamente em condição de encarar as responsabilidades, tais como: assumir o próprio controle da nossa reencarnação, diante do trabalho que nos proporcionará o sustento, a formação da nossa família, e obrigações sociais como cidadão em uma sociedade.
Então, aquele tempo que era enorme, agora tornou-se pequeno para tantas obrigações. Durante os "anos dourados" da juventude tudo era novidade, nada de monotonia. Sem mais nem menos, acordamos e tudo é a mesma coisa de ontem, do mês passado, do ano anterior. É a rotina da vida real, não mais as fantasias e aventuras da juventude. Isso é ser um adulto.
Agora, quando temos um ideal espiritual de vida, a coisa muda. O que era rotina insuportável torna-se agradável, nos proporcionando verdadeiros momentos de felicidade. Temos consciência do nosso resgate, porém isso não nos causa penúria e sim a sensação do dever cumprido.
Já aquele que não deu importância para identificar dentro das entranhas do seu "eu" o que queria realmente da vida, sem a elaboração de um ideal, tudo para ele apresenta-se como punição gratuita. Para esse tipo de indivíduo, Deus joga dados na hora de distribuir castigos. Quando chegar o fim da sua estadia no atual "macacão de carne", depararse-á com uma desagradável surpresa, sem que possa voltar no tempo para uma corrigenda imediata.
Para evitar que sejamos levado para o abismo mediante os nossos descuidos morais, Sigamos o conselho de Emmanuel: "Não te embrenhes, assim na selva humana despreocupado de tua habilitação à luz espiritual, ante o caminho eterno."
Texto inspirado na lição: "Certamente" pg. "33" do livro - Fonte Viva - de Emmanuel, psicografia de Francisco C. Xavier.
Muita Paz.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
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