"Ai de vós, os que estais fartos, porque tereis fome. Ai de vós, os que agora rides, porque vos lamentareis e chorareis." (Lucas, 6:25).
A ninguém, é interditada a fartura. A questão é: como estamos administrando-a, se com sobriedade e utilidade ou com egoismo na pura satisfação dos nossos sentidos. Aquele que não der valor aos muitos bens que possui agora, perderá tudo para aprender a dar-lhe valor.
A maioria somente da valor a saúde do corpo, quando ficam doente, ao emprego quando perdem...
Muitos que estão na fartura não dão nenhuma importância a questão espiritual. No seu acanhado modo de entender, a riqueza que possuem resultou somente da sua competência profissional ou habilidade comercial. Não importando quais métodos foram empregados para atingir o objetivo.
O jovem rico ficou decepcionado com as instruções de Jesus, porque não queria abrir mão da exploração dos empregados que tinha. Ora, como poderemos almejar a bem-aventurança, subjugando o nosso semelhante???
A alegria, o riso, não é problema. O sarcasmo sim, que constitui-se numa falta, pois nasce dos nossos piores defeitos. A alegria sadia, aquela advinda de um coração em paz, porque cumpriu com o seu dever, essa sim é uma alegria louvável.
A medida que semeamos, vamos colhendo seja bom ou menos bom. Ao colher os frutos da semeadura, a criatura lamentará quando na ocasião plantou tempestades, ou se alegrará se plantou otimismo, esperança e Amor.
Estamos no final da transição, por isso é sempre prudente fazer um exame de consciência sempre que formos tomar uma decisão importante, para que depois não venhamos a lamentar com culpa na consciência.
Paz.
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