quinta-feira, 11 de setembro de 2025

O ALVORECER DO ESPÍRITO. (P - 94)



A Dracma Perdida. (Lucas, 15:8-10)     


 "Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas se, perder uma dracma não acende o candieiro, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la?   

E, achando-a convoca as amigas e vizinhas, dizendo: "alegrai-vos comigo! Porque achei a dracma que havia perdido".    

Assim, digo-vos, há alegria na presença dos mensageiros de Deus, por um errado que mudou sua mente".     


                                  Esse tipo de moeda (Dracma) era de origem grega; e valia o salário de um dia de trabalho. Também, era aceita em vários locais; assim como o "dólar" dos tempos atuais. A referida mulher possuis dez "dracmas" havia perdida uma. Tamanha foi a sua alegria que, decide contar o fato para as amigas e vizinhos. 

                                 Talvez - naqueles tempos - Jesus impressionava as pessoas que o seguiam, em variados locais, pelas suas palavras, mais que propriamente, os "milagres" que realizava. A sua pergunta: "Queres ficar curado?" E, logo depois: "Tua fé te curou!" 

                                Intrigava a todos! Principalmente os fariseus e doutores da lei. Já as multidões, ficavam encantadas, com suas palavras de Amor e Esperança. Algo nunca vistos e ouvido antes, por nenhuma daquelas pessoas. Era como um Farol!  Iluminando os corações, de todos que nEle acreditavam e confiavam. Finalmente! As ovelhas; agora tinham o Bom Pastor! Que tanto esperaram. 

                               Assim - como os bons frutos - os valores morais conquistados, devem permanecer bem guardados em nosso íntimo. Quando - por invigilância de nossa parte, descuidamos de alguns desses valore, podendo ser a humildade, o descuido com a língua, com atitudes coerentes, com que falamos e etc. 

                              Ao cairmos na realidade - no aprendizado pela experiência - procuramos recuperar o tempo perdido. Quando conseguimos voltar ao "caminho da luz"; nos alegramos por isso! É como reencontrar, algo valioso, que havíamos perdido. Aprendemos a lição, pela experiência. Podíamos ter aprendido pela instrução! Porém, fomos negligentes, descuidados e invigilantes. 

                            Os valores morais - que já conquistamos - são intransferíveis e podemos levá-los, por toda parte; inclusive para o Plano Espiritual, ao desencarnarmos. (São as nossas "dracmas"). 

                            Assim, como o "filho pródigo", que havia voltado e recuperado, de suas mazelas morais, ao retornar à casa de seu pai, é motivo de festa e alegria! Por mais uma ovelha, que estava perdida e reencontrou o caminho da luz. 

                          Também, aquele(s) que haviam se perdido, no cipoal de ilusões efêmeras e desejos mundanos, ao recuperar-se - pela experiência, no sofrimento - reencontrando-se; volta novamente com os valores renovados. Agora, pronto para assumir-se como "Trabalhador da última hora!" Na bendita seara do Cristo Cósmico.

"Os Espíritos "Mensageiros do Cristo de Deus" alegram-se quando um "errado" (que havia extraviado do caminho da luz) muda o modo de pensar. É como o profano, ao entrar na senda iniciática à procura da "moeda". 

                           O ensino dessa parábola - contada por Jesus - leva-nos a crer sempre, na renovação psíquico-espiritual. 

                          Na verdade, o Espírito não havia se extraviado; e sim o meio de consegui-lo. O objeto não havia sido perdido, mas o meio de adquiri-lo. Portanto, o Espírito, estava com dificuldade em encontrar aquilo que ainda desconhecia; o valor do objeto perdido. 

Muita Paz.

                            

                                 


 

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