domingo, 24 de agosto de 2025

O ALVORECER DO ESPÍRITO. (P - 92)



OS CONVIDADOS. (Lucas, 14:12-14)      


Dizia, também, ao anfitrião: "Cada vez que fizer um almoço ou jantar, não chames teus amigos, ou irmãos, nem parentes, nem vizinhos ricos, não suceda que eles te retribuam o convite e torne-se retribuição para você.    

Mas cada vez que, fizer recepção, convida mendigos, mutilados, coxos, cegos; 

E, feliz será, porque não podem retribuir-te, pois será retribuído, na ressurreição dos justos.    

                           Se - na atualidade - tentarmos fazer o que recomendou Jesus aos fariseus; veremos que seria impossível. Não temos o menor desprendimento, para receber em nosso lar, aquelas pessoas que vivem nas ruas. O primeiro empecilho é a questão da segurança. Nas ruas, vivem todo o tipo de indivíduo! Inclusive aqueles que cometeram crimes graves.       

                         Então, a pergunta: Por que, Jesus recomendou isso aos fariseus? Na verdade, o que o Mestre pretendia, era dar um choque! No orgulho e vaidade, daquelas pessoas extremamente orgulhosas e totalmente indiferentes; com os mais necessitados. Mesmo lendo - nas sagradas escrituras - que Deus, é misericórdia e soberanamente, justo e bom. Porém, na prática, eles fechavam os olhos e desviavam de caminho; para todos os miseráveis de Jerusalém. E, ainda condenavam a atitude de Jesus, por estar sempre entre os mais necessitados e os deserdados daquela sociedade.    

                         O Cristo de Deus - como o Bom Semeador que sempre foi - ao dizer tudo isso, aos seus anfitriões abastados e poderosos, lançou as "sementes", da caridade e humildade. Não esperava que elas frutificassem rapidamente. Porém, certamente que, em um tempo terrestre, através das benditas e reparadoras reencarnações. Depois de aprenderem a renunciar e se perdoarem; no futuro, estas sementes - germinariam e dariam frutos - 10 por 100 e 100 por 1000. Então - conscientizados dos ensinos - do Mestre do Amor Universal; estariam prontos para o trabalho, na bendita seara de Jesus; COMO TRABALHADORES DE ÚLTIMA HORA, SEMPRE QUE FOREM CONVOCADOS, PELO BOM SEMEADOR. E, DORAVANTE, TAMBÉM SEMEAR, A BOA SEMENTE.    

                       Assim, como acontece, com todos os que preparam o "terreno" de seus corações, para receber e fazer germinar, a Boa Semente, do SEMEADOR DE DEUS. Bem como nós; estamos tentando fazer.   

                       "Nós que "semeamos", ainda não conquistamos, o desprendimento e nem esta caridade pura; daqueles santificados mensageiros, do Cristo de Deus, para humildarmo-nos o bastante; para a renúncia e caridade de: Chico Xavier, Bezerra de Menezes, Divaldo Franco ou; Paulo de Tarso. Por exemplo. No entanto - também não temos a indiferença total, de um fariseu; mesmo sendo os de nossa época. Porque, em nosso coração, já brilha uma pequena luz! Se, a mantivermos acesa - mesmo diante das nossas tempestades íntimas - certamente que ela aumentará seu brilho, gradativamente até que, como um Farol! Poderá guiar os caminhos de muitos que ainda estiverem na escuridão da ignorância.  

                      Então - depois disso - gozaremos da felicidade incalculável - e jamais se comparando a qualquer alegria terrena. A TAL FELICIDADE DITA PELO MESTRE NA RESSURREIÇÃO; é o mesmo que dizer, quando cumprirmos, os nossos compromissos - pelo menos 30% deles, após o nosso desencarne, poderemos considerarmo-nos muito felizes. Porém, quando cumprimos 80%; já seremos considerados justos, pelos nossos Mentores espirituais. 

                    Se, formos mais além! Desvinculando dos seres e das coisas, sem julgamentos a minguem; nem aos filhos do calvário. Não olvidando de dar e não esperar recompensa, servindo desinteressadamente, não buscando as satisfações dos sentidos. "Não recusando o convívio, com a massa de ignorantes do polo negativo do Anti-Sistema". Moradia - em um determinado local ou bairro - complicado, sujo, perigoso, cheio de médiuns descontrolados, drogados, ladrões - de bens materiais e ectoplasma - de uma grande cidade.   

                       Se, tivermos sucesso! Seremos considerados justíssimos ou completistas.  

"Se, para a conquista do nível dos "justíssimos" é necessária uma total renúncia aos frutos; o que não é preciso SER, para a conquista do nível de "discípulos"? E, como podemos ter a pretensão de considerarmo-nos "discípulos" de Jesus se, ainda não VIVEMOS SEUS ENSINOS?     

Muita Paz. 

Continua!

                        

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