Mt. 4:12; Mc. 1:14; João, 4:1-3
Enquanto permanecia na Judéia, o Mestre permitiu que seus discípulos, também batizasse como fazia João; porém, ele próprio não se envolvia nessa questão.
Sabendo da prisão de seu amigo e primo, Jesus não permaneceu na Judéia, para que seus discípulos também não fossem envolvidos, no mesmo inquérito, que os fariseus haviam realizado contra o Batista, já que seus discípulos também mergulhavam as pessoas nas águas.
Mesmo que alguns possam estranhar a atitude do Mestre, em partir sem nem mesmo ir até o cárcere e confortar João Batista. A questão é: O Cristo de Deus, tinha um enorme trabalho a ser feito, e assim cumprir o Programa que ele próprio havia elaborado, antes da fundação do mundo.
João Batista, havia assumido o compromisso - ainda na erraticidade - com o próprio Cristo de Deus - de vir reencarnado como o Precursor - e anunciar a vinda do Messias e Salvador. E, também, ressarcir um compromisso com a Lei de causa e Efeito. Por isso foi preso e degolado.
O próprio João estava ciente disso!
Deixando que João cumprisse a sua própria programação reencarnatória, o Mestre do Amor Universal, dirige-se ao "Jardim fechado" da Galileia; onde terá maior liberdade de ação.
Então, na Galileia o Mestre inicia a própria preparação e finaliza a de seus doze discípulos, para o monumental trabalho. Em evitar que os seres humanos - além de suas ovelhas desgarradas - fossem conduzidas até o abismo sem fim; de ilusões materiais e psíquico espirituais.
Assim, no âmago do pensamento, não existe autoridade civil, militar ou religiosa, que possa penetrar e nem mesmo sentir, as ondas mentais do Mestre; e muito menos em seus sentimentos. Quando perceberam! Tudo já estava em andamento. Até que - orientados pelo "deus" antropomórfico - decidem "matar" o Cristo de Deus. Mal sabiam que, nem mesmo seu corpo, conseguiram destruir.
Segundo o evangelista João, o Mestre deixava que seus discípulos mergulhassem as pessoas em águas, pois assim também praticavam a própria misericórdia. Tudo que fazemos de bom ou mal ao semelhante, retornará para nós próprio.
Assim, o Mestre deixava uma lição preciosa! Muitas vezes, temos que deixar para outrem, algo que ainda os envolve, segundo as características de suas personalidades; e nunca impedir. Por isso o Mestre deixava a ação do mergulho para os discípulos.
Cada nível evolutivo, com as suas necessidades e atuação; segundo a sintonia e vibração de cada um.
Muita Paz.
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