Lucas, 20:27-39
Enquanto ensinava a multidão que o ouvia, aproximaram-se de Jesus, um pequeno grupo de Saduceus - representantes do sinédrio - que acreditava na ressurreição dos mortos, para inquerir o Mestre deste tema; que naquela época, já era polêmico.
Perguntaram a Jesus - dando um exemplo - de uma das leis que Moisés havia estabelecido, quando determinada mulher morria, sem deixar descendência.
Segundo eles, após a morte de um marido, que não havia deixado descendentes - em uma família de sete irmãos - segundo a lei de Moisés, esta viúva casando-se com um de seus cunhados - para que este deixasse descendentes - no lugar do irmão falecido; também morreu, sem deixar filhos.
E, assim, fez esta mulher, com todos os cunhados; que infelizmente, também morreram sem deixar descendentes. A pergunta é: Na ressurreição, qual deles será o verdadeiro marido desta mulher?
Em resposta, disse-lhes o Mestre, que desconheciam as Leis Divinas. Por isso, a dúvida! E, também desconheciam, como era a continuidade da vida, nos Planos Espirituais - onde iam os Espíritos - após deixarem o corpo de carne; pela "morte" deste.
Dependendo da consciência de cada Espírito, logo após deixarem o corpo; poderiam estar na Bem-aventurança, Divina - quando sempre fizeram a vontade de Deus - ou com a consciência culpada; quando recusaram-se em seguir as Leis de Deus.
Porque "Céu ou inferno", é uma questão de consciência. Visto que as Leis de Deus, está escrita, na consciência de cada ser humano.
Sendo assim a referida mulher - que havia casada - com os sete irmãos, ficando viúva de todos eles, não seria mulher de nenhum deles; na morada dos Espíritos. Ambos seriam como irmãos! Se, não culparam a consciência, por terem feito a vontade do Senhor da vida, enquanto estiveram reencarnados durante a vida no corpo físico.
O Mestre, ainda deu-lhes o exemplo de Moisés, quando esteve no deserto, e falou coma sarça de fogo. Visto que os vegetais não podem falar, logo, Moisés havia falado com um determinado Espírito - enviado do Senhor - dando-lhe instruções, como deveria proceder; daquele instante para frente. Foi a forma encontrada pelo Senhor, para mostrar ao futuro legislador, que a "morte" não existe.
Também disse a voz - vinda da sarça que queimava - e não desaparecia em cinzas, que aquele ESPÍRITO, ERA O DEUS DE ABRAÃO, ISAQUE E JACÓ.
Pois, não era Deus de mortos e sim Deus de vivos. Visto que o Espírito - dos seres humanos - é PERFECCIONISTA E DE EVOLUÇÃO INFINITA; portanto! Imortal.
Depois de ouvirem isso, todos que estavam reunidos com Jesus, naquela hora e lugar; ficaram maravilhados, com estes ensinamentos; que são VERDADES ETERNAS.
Tomando a palavra, alguns escribas disseram a Jesus: "Mestre, falaste bem!"
Muita Paz.
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