João, 7:14-24
Ainda durante a festa dos Tabernáculos, Jesus decide ir ao templo, e explicar o conteúdo da Torá. Todos ficaram maravilhados! Porque ele não era um rabino e nem um homem rico - que tivesse dinheiro para frequentar escolas - e mesmo assim, tinha grande conhecimentos da Lei.
Percebendo a dúvida deles, o Mestre respondeu-lhes que o conhecimento que trazia, não era dele - e sim daquele que o enviara - e ainda completando suas palavras, disse que, aquele que desejasse a verdadeira libertação, bastaria crer em suas palavras; com entendimento, vontade, boa vontade, força de vontade, persistindo no bem e confiando.
Lembrou-lhes que Moisés, havia trazido a Lei até eles, para que, seguindo-a, resistissem as tentações do mal. Porém além de não seguir Moisés, deturparam suas palavras. E, se realmente acreditassem no Deus Único, saberiam quem o havia enviado.
Disse também que, estavam admirados somente pelo conhecimento que havia demonstrado? Moisés havia dado a eles a circuncisão - criada pelos Patriarcas - como segurança; em não se misturar com a idolatria de Canaã. E, assim, permanecerem em sintonia com aquele que o enviara.
Porém, ao recusarem - ainda no deserto - a doutrina disciplinadora de Moisés, começaram a desvincular do Deus verdadeiro e uniram-se ao falso "deus" antropomórfico - pai da enganação - que veio até a Terra, para enganar e escravizar os seres humanos. Homens e mulheres.
Lembrou-lhes também que poderiam ser circuncidados no dia de sábado; no entanto, condenavam-no apenas por ter curado um paraplégico, no dia de sábado? E, nos outros dias da semana, eles próprios praticam iniquidades contra os semelhantes - numa franca violação da Lei - e condenam os que no sábado, apenas fazem o bem?
Para terminar, disse-lhes o Mestre do Amor Universal:
"Não julgueis pela aparência! E sim, conforme a reta justiça". Depois retirou-se do local; em meio ao silêncio e rancor da maioria dos presentes.
Muita Paz.
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