João, 5:30-47
Iniciando sua pregação, disse O Mestre:
"De mim mesmo nada posso fazer! Meu julgamento, é baseado naquilo que vi e ouvi. Pois meu juízo segue a Justiça daquele que me enviou".
"Se der testemunho de mim mesmo, este não poderá cobrir-se da verdade; pois, a máxima autoridade é daquele que me enviou. E, aquele que me enviou, dá testemunho de mim, como Filho unigênito.
"Vocês enviaram emissários a João Batista e ele deu seu testemunho da verdade. Eu, porém, não necessito do testemunho dos homens; digo-vos isso, com autoridade; para que sejam redimidos.
"João, foi a lâmpada! O precursor; alertando todos, para a vinda, daquele anunciado pelos profetas. Porém, a maioria de vocês, alegraram-se por um pequeno tempo com a luz de João.
"Eu, porém, tenho um testemunho que João não tem! São as obras que realizo em nome de meu Pai; para a sua glória. Também o meu Pai, dá testemunho de mim; que sou o Filho".
Com estas palavras, o Mestre do Amor Universal, identificou-se perante os judeus e a todo o mundo, que nele acreditou e confiou. Porém, naquela época, muitos recusaram-se crer em Jesus; preferindo acreditar em João. O próprio João - durante seu encontro com Jesus - no Jordão, dissera que, era necessário que ele diminuísse, porque agora, o verdadeiro Messias havia chegado. E, ele João, não era digno, de nem mesmo, atar suas sandálias. (João, 1:15-51)
Também recomendou Jesus, que os judeus examinassem as escrituras, para verificação de suas palavras. Porém, nenhum deles - a não ser uns poucos - de mente e coração abertos e que não deixavam-se enganar, pelos fariseus, compreenderam e acreditaram. Que o Mestre, era o verdadeiro Messias; que o próprio João Batista, dera seu testemunho, quando - a pedido do próprio Messias - o batizou.
Ainda afirmou o Messias de Deus! Que viera em nome do Pai e não fora reconhecido. Porém, estavam inclinados a reconhecer qualquer homem como messias, que viesse em seu próprio nome. Na verdade, o Mestre conhecia muito bem - as suas ovelhas desgarradas - que renegaram o Bom Pastor, assim como renegaram o Deus Único.
E, muitos ainda continuam a renegar, até hoje! Mas, o Mestre entendia a ignorância e a recalcitrância deles. Sendo que cada um dos seres humanos prefere glorificar, uns aos outros; tais como - artistas, desportistas, escritores - e até mesmo, o "deus" antropomórfico - pai da enganação - como fizeram no deserto, com o Bezerro de ouro, e em Canaã. E, até mesmo nos tempos atuais.
A inda os lembrou que, não viera para tirar a fé deles, no Deus Único; acusando-os perante o seu Pai. Não! Eles próprios fizeram isso; quando acreditaram somente em Moisés; e esquecendo-se do próprio Deus Verdadeiro. Por isso mesmo, teriam que ter Fé e acreditar no Filho; mesmo porque, Moisés havia escrito sobre o Filho; aquele que ali estava, em pessoa. Ainda acrescentou finalizando suas palavras: "Mas se não acreditam naquilo que Moisés escreveu, como acreditariam nas minhas palavras?"
Esta é a questão! Jesus não é Deus! Ele é aquele em quem o próprio Moisés acreditava; ser o Filho do Deus Único, o Construtor do Planeta Terra; para trazer e abrigar as suas ovelhas desgarradas, com o Bom Pastor, que sempre foi. Esta foi a incumbência; dada a ele por seu Pai.
Muita Paz.
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