"E, os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça." (Atos, 4:33)
Nenhum dos doze apóstolos do Mestre, houvera permanecido, inativos e contemplativos; à espera de vozes Divinas do céu. Pelo contrário, aproveitando as dádivas do dia do Pentecostes, lançaram-se a luta, anunciando ao mundo, a Boa Nova do Reino de Deus.
Ainda mais, depois de terem a confirmação - do próprio Cristo de Deus - que a morte não existia; era apenas a reciclagem do corpo físico, utilizado pelo Espírito, para o necessário resgate, das almas compromissadas com a Lei Divina.
Então - principalmente nos tempos atuais - a negação dos trabalhos, do Espiritismo cristão, esforçando-se para a diminuição dos sofrimentos, das criaturas ainda na condição de "filhos do calvário", demonstra ignorância ou leviandade.
Os próprios discípulos do Mestre, reconheceram uma real transformação neles mesmos. Já não eram mais aquelas pessoas inseguras e amedrontadas. Místicas, e até certo ponto preconceituosas; principalmente a respeito de Maria Madalena e as demais discipulas do Mestre.
Agora, transformados, tornaram-se também destemidos, confiantes; que o amor e a justiça, tão decantados e praticados pelo Cristo de Deus, regem o Espírito, mesmo além do túmulo. Mediante esta certeza, que saltavam-lhes dos olhos, das palavras e atitudes, arrebanhavam novos companheiros.
De sua pauta renovadora, não saiam apenas discussões intelectuais e dogmáticas, sem nenhum proveito prático. Muito menos permaneciam entre quatro paredes, cantando hinos e condenando as ações das entidades malignas.
Iam ao trabalho renovador e libertador; instruindo e curando, enfermidades do corpo e do Espírito, dos mais necessitados. Alimentando os filhos do calvário, com o pão do corpo e do Espírito, além de libertá-los; das garras sombrias, do "deus" antropomórfico, pai da mentira e de todas as ilusões enganadoras.
Assim, o Espiritismo cristão - mais uma vez afirmamos - não será a religião do futuro; e sim, o futuro das religiões. A Doutrina consoladora, anunciada pelo Espírito de Verdade - mensageiro do Cristo de Deus - vem movimentar o que o Cristo não pode dizer em sua época, porque aquela humanidade não poderia compreender.
Trazendo até os homens, não somente a crença consoladora, mas inclusive, as verdades indiscutíveis da imortalidade do Espírito. As organizações religiosas - insistido em seu dogmatismo milenar - não podem dar aos seus seguidores, os parâmetros da Fé raciocinada. Acreditou, porque entendeu o fenômeno espiritual. É a segurança contra o fanatismo na fé.
Ensinando a reencarnação - pelo exemplo do Mestre Divino - que havia voltado e encontrado todos seus discípulos - Ele mesmo, das sombras da "morte", exaltando a continuidade da vida, no plano espiritual.
Muita Paz.
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