quarta-feira, 16 de novembro de 2022

SIGA-ME VOCÊ.

 Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu. - (João, 21:22)  

                            

                                               Nesta passagem o Mestre exalta-nos a seguir em frente, trabalhando e burilando sentimentos - primeiramente em nosso próprio benefício - para mais tarde, já preparado e equilibrado, cuidarmos - em primeiro lugar dos nossos entes queridos - e em um segundo momento, dos mais necessitados em nossa caminhada.

                               Em um posicionamento verdadeiramente voltado para os ensinamentos do Cristo de Deus, como o mundo modificaria para melhor, se todos tivessem esta preocupação imediata. Se cada criatura dispusesse a fazer a parte que lhe cabe, nos próprios deveres e responsabilidades, não teríamos tantos conflitos e desentendimentos - tanto a nível familiar quanto social - a perfeição e a sinceridade seriam comuns em todos. 

                               Caso, alguns amigos sejam convocados às obrigações diferentes? É hora de expressarmos nossa solidariedade.  

                               Não julguemos ou acusemos ninguém - mesmo nas piores atitudes - pois nós também não somos perfeitos; também temos nosso ponto fraco; aquele que não contamos a ninguém. Não estamos em nenhuma condição de superioridade; não existe isso! Caso contrário, não estaríamos reencarnados neste vale de misérias. E muito menos devemos sentir-nos como tal! Se não, nem mesmo teríamos esta soberba e prepotência. 

                               Ainda não temos evolução moral e psíquica para fazermos uma análise do semelhante - sob vários ângulos - do aspecto moral em si. Na melhor das hipóteses, podemos analisá-lo sob o aspecto da ciência psicológica; mesmo assim não é perfeita. 

                              Confiemos no Bom Pastor que está sempre vigilante; e na sua promessa de que, nenhuma ovelha seria perdida. 

                              A nossa obrigação é a de cumprirmos com os compromissos assumidos na erraticidade, resgatando nossas dívidas perante a Lei Maior, sem intrometermo-nos na vida alheia. Mesmo porque, ainda temos muito a fazer em nossa própria evolução; que é individual e intransferível. 

                            Neste padrão de conhecimento e comportamento, ainda existem muitas coisas a serem realizadas. 

                            Quando um irmão estiver ou parecer desviado, tenhamos ouvidos de ouvi-lo sem julgamentos prévios; ouçamos as palavras de Jesus ao pescador de Cafarnaum: "Que importa a ti? Siga-me tu." Ou seja: Não julgues. 

                  

Muita Paz.

                              

                                 

                                                           

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