sexta-feira, 14 de maio de 2021

LIVRO DOS SALMOS.

137 JUNTO aos rios da Babilônia choramos lembrando de Sião. 

2- Nos salgueiros, que existe no meio dela, penduramos as nossas harpas. 

3- Pois aqueles que levaram-nos cativos, pendiam-nos uma canção; e os que destruíram-nos, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos um dos cânticos de Sião. 

4- Como entoaremos o cântico do Senhor em terra estranha? 

5- Se eu esquecer-me de ti, ó Jerusalém, esqueça a minha mão. 

6- Apegue-se a língua ao paladar, se não lembrar-me de ti, se não preferir Jerusalém à minha maior alegria. 

7- Lembra-te, Senhor, dos filhos de Edom no dia de Jerusalém, porque diziam: Arrazai-a, destrua-a até os seus alicerces. 

8- AH! filha da babilônia, que vai ser assolada; feliz aquele que te retribuir o que fizestes a nós. 

9- Feliz aquele que pegar em seus filhos e der com eles nas pedras. 

                                

                                   Iniciando o salmo, o compositor lamenta o cativeiro da Babilônia, e sus amargos tempos de escravidão, bem como, a grande saudade das terras de Sião e suas delícias. Lembrando-se de Jerusalém, o Salmista transfere para o texto, todo o sofrimento de um doloroso resgate, que os israelitas tiveram que amargar, assumindo as consequências de sua insensatez. 

                                 Como ser feliz em terras estrangeiras e ainda mais, na condição de escravos de um povo pagão e idólatra. Como entoar canções que exaltam toda beleza e importância de uma terra sagrada. Como cantar, se o peito está dilacerado pela saudade do lar distante? 

                               Este salmo é um alerta para todos aqueles que, no atual momento da Terra, promovem o ódio, a destruição da família, guerras, miséria e fome. Todos os que são escravos dos sentimentos mais baixos e egoístas, escravos das sombras; não poderão reencarnar na TERRA RENOVADA NO AMOR DO CRISTO. Suas almas (Espírito) serão levados, para planetas ainda na condição primitiva, onde terão nova oportunidade de redenção de suas atitudes contrárias às LEIS DO CRIADOR. 

                             Por isso, devemos tomar muito cuidado com a nossa capacidade e direito ao livre arbítrio; usemo-lo com responsabilidade, sensatez e fraternidade. Principalmente diante dos nossos irmãos necessitados da nossa fraternidade. Caso contrário, seremos julgados e condenados no tribunal, da nossa própria consciência. 

Muita Paz.

                               

                                   

                           

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