O Salmista celebra a passagem maravilhosa pelo mar vermelho e pelo Jordão.
114 QUANDO Israel saiu do Egito, e a casa de Jacó de um povo pagão,
2- Judá ficou sendo seu santuário, e Israel o seu domínio.
3- O mar viu isso, e fugiu; o Jordão voltou atrás.
4- Os montes saltaram como carneiros, e as colinas como cordeiros.
5- Que tivestes, ó mar, que fugistes, e tu, ó Jordão, pois voltastes atrás?
6- E vós, montes, que saltastes como cordeiros, e vós outeiros, como carneiros?
7- Treme, terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó.
8- O qual converteu o rochedo em lago de águas, em seixo em manancial.
Neste pequeno salmo em formato de poema, o Compositor usa uma simbologia poética para exaltar, todo o poder e grandeza de Deus. Até a natureza reagiu de uma forma nunca antes vista, com a ação do Deus vivo e seu povo abençoado. O Salmista, usa o simbolismo para mostrar que, a ação do Senhor é benéfica sobre todas as coisas e todos os seres vivos.
Se até a natureza rende graças ao Senhor da Vida, por que determinados seres humanos, ainda insistem em ficar de fora destas dádivas maravilhosas?
Mares, rios, lagos, montanhas, campos, florestas, e todos seres viventes, reagiram positivamente diante da intervenção do Senhor. Mesmo a rocha, com toda a dureza que lhe é característica, derramou lágrimas, ao toque do cajado de Moisés, guiado pelo Senhor, matando a sede do povo.
Algo semelhante está prestes a acontecer novamente, no final da Transição Planetária, para o surgimento da Terra Renovada. Aqueles que conquistaram o direito de aqui permanecer, experimentarão do BANQUETE DO SENHOR.
Muita Paz.
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