terça-feira, 25 de agosto de 2020

I CARTA AOS CORÍNTIOS.

 7 1- ORA, quanto às coisas, que me escreveram, bom seria que o homem não tocasse em mulher.

2- Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.

3- O marido pague à mulher o devido respeito, e da mesma maneira a mulher com seu marido.

4- A mulher não tem poder sobre seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também da mesma maneira o marido não tem poder sobre seu próprio corpo, mas tem-no a mulher.

5- Que cada um cumpra com seu dever, de marido e mulher com consentimento mútuo, para aplicar à oração; e depois ajuntai-vos novamente, para que Satanás não os provoque com suas malícias. 

6- Digo isso, por permissão e não por mandamento.

7- Por que eu iria querer que os homens fossem como eu; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, uns de uma maneira outros doutra.

8- Digo, porém, as solteiras e as viúvas, que seria bom se ficassem como eu.

9- Mas se não podem conter-se, casem-se, pois é melhor casar-se que abrasar-se. 

10- Porém, aos casados, mando não eu mas o Senhor, que a mulher não separe do marido.

11- Se porém desejam a separação, que fiquem sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher. 

12- Mas aos outros digo eu, não o Senhor; se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe.

13- E se alguma mulher tem marido descrente,  e ele consente em habitar com ela, não o deixe. 

14- Pois o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente, é santificada pelo marido; para que os filhos não sejam considerados como pagãos; mas agora serão espiritualizados. 

15- Mas se o descrente preferir separar, que separe; porque nesse caso, o irmão ou irmã, não está sujeito à servidão, Deus chamou-nos para a paz. 

16- Porque como saberá a mulher se salvará o marido? Ou como o marido saberá, se salvará a mulher? 

17- E assim cada um, aceite a condição que lhe foi dada por Deus; cada um como o Senhor o chamou. É o que ordeno em todas as igrejas. 

(continua) O Texto foi dividido em duas partes. 

EXPLICAÇÃO DA PRIMEIRA PARTE: 

                             

                            Naqueles tempos antigos, os homens viviam no sistema familiar de patriarcado; onde o homem tinha poder absoluto de decisão na família. Sendo que à mulher, teria somente que obedecer, cuidar da casa e dos filhos. Na sociedade israelita, não era muito diferente; salvo que, entre eles, teria que ser cumprida, a lei disciplinadora estabelecida por Moisés; cujo Deus único, determinou que, os filhos deveriam honrar seus progenitores e, implicitamente o contrário. Por outro lado, os Dez Mandamentos da Lei de Deus, colocava os israelitas, à frente dos povos pagãos em questões morais; pois os "deuses" pagãos, possuíam as mesmas fraquezas dos homens. 

                          Respondendo às dúvidas sobre o relacionamento entre homem e mulher daqueles que faziam parte da igreja de coríntio, Paulo respondeu-lhes da melhor maneira possível, sempre usando o bom senso, a caridade, verdade e a sinceridade, para que não houvesse dúvidas e nem equívocos. 

                         Teve também o cuidado em separar, o que era sua opinião pessoal, e do que era de Deus. Deixou bem claro que, quando fosse sua opinião, poderiam optar em seguir ou não; e quando fosse da Lei de Deus, teriam que seguir, rindo ou chorando; aceitando sem revoltar-se contra Deus. Lembrou que, nunca teve pretensões em obrigar que os outros pensasse como ele, a respeito de matrimônio. Paulo, apenas recomendava a obediência a Lei de Deus, e agissem segundo a razão e o bom senso. 

                          Não era radical a respeito do desejo dos casais em separar-se. Dava sua opinião a respeito desta atitude, apontava as desvantagens e dizia o que pensava a respeito; deixando ao casal, o livre arbítrio para agir como quisesse. Paulo achava que era melhor para o homem permanecer solteiro, se optassem como ele, em sua vida de evangelizador dos pagãos. Porém, lembrou aos jovens que, "era melhor casar que ficar escravo dos desejos."

                          Outra questão importante apontada pelo apóstolo, foi o dever do marido, quando sua esposa for uma pagã; ele deveria instruí-la na fé cristã, se ele desejasse. O mesmo aconteceria, quando o esposo fosse um descrente. Porque assim, os filhos nasceriam em um lar cristão. Para finalizar esta primeira parte desse texto, Paulo recomenda que todas as igrejas aceitem a condição que Deus deu a cada criatura, sem revoltas e sempre fazendo a sua soberana vontade. 

ORAÇÃO E VIGILÂNCIA. JESUS É O SENHOR DO MUNDO. 

PAZ  e Saúde.

                         

                         

                  

                       

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