37- O que ouviram lhes tocou o coração; e disseram a Pedro e aos outros apóstolos:
- O que devemos fazer irmãos?
38- Respondeu Pedro:
- Arrependei-vos e sejam batizados, cada um invocando o nome de Jesus Cristo, para que sejam perdoados os vossos pecados. E receberão o dom do Espírito Santo.
39- Pois a promessa vale para vós e seus filhos e para os distantes, a quem o Senhor nosso Deus chama.
40- Com muitas outras razões os conjurava e exortava, dizendo:
- Salvem-se, afastando desta geração pervertida.
Depois de seu discurso, Pedro foi abordado por diversas pessoas que ficaram impressionadas com suas palavras, carregadas de um magnetismo nunca visto, naquele humilde pescador. Mesmo aqueles que acusaram Pedro e os demais companheiros, de estar embriagados, agora não sabiam o que dizer diante da palavra enérgica, e ao mesmo tempo suave, com uma sabedoria, nunca vista por eles; saindo da boca de um pescador.
A mediunidade não é um privilégio para poucos; pois é orgânica. Sempre existiu no ser humano, desde seu atávico. A maioria sempre a utilisou como um meio, para levar vantagem sobre os outros. Naquela hora memorável, a Sensibilidade Psíquica e Mediúnica, estava sendo utilisada para libertação do ser humano; das forças que antes, sempre o escravisou.
A partir daquele momento, os homens podiam escolher: ser liberto pela recusa em ser dominado por forças, que outrora era considerada - através da mistificação - quase tão poderosas quanto Deus. Cristo, ao ensinar oração do Pai nosso, já havia aproximado o Criador da criatura. Agora, Pedro, orientado pelo Espírito Justo (santo), através de sua mediunidade, provou o que Jesus fizera antes.
"...depois desses eventos, derramarei do meu RUWACH, Espírito; sobre todos os povos!..." (Joel, 2:28).
E assim aconteceu! Com a Codificação da Doutrina dos Espíritos, por Allan Cardec, séculos mais tarde, foi aberto um grande canal de comunicação, entre os reencarnados e o mundo dos Espíritos. Esta dimenção do Criador, no passado, mistificada e restrita, somente a uns poucos iniciados, em um seleto grupo, agora estava ao alcance de qualquer pessoa humana.
Como ovelhas sem pastor, centenas daquelas pessoas, foram até Pedro; pois queriam beber daquele cálice, transbordando de uma esperança que nunca tiveram; até aquele memorável momento.
E Pedro os conduziu ao MERGULHO (batismo), na mesma água que Jesus havia prometido a mulher samaritana, na fonte de Jacó. A Água Viva da Vida Eterna. A mesma que lava nossa Alma; possibilitando-nos, a conquista do HOMEM INTEGRAL. Pela conscientização que, somos Espíritos em evolução infinita.
Auto-perdão! Para em outro momento, não julgar ninguém e não resistirmos ao mau que nos queiram fazer. Como ensinou o Cristo Planetário. Isso é só o começo do Caminho Para Libertação do Espírito. Não seremos mais escravos! De quem? Daqueles Espíritos ainda vinculados ao mal; (provocadores) cujo objetivo é a nossa queda moral. São os nossos inimigos de vidas passadas.
E este caminho será mais seguro, com o Espiritismo Cristão; cuja base é o EVANGELHO DO AMOR. Não tenhamos medo e sim, esperança; não tenhamos ódio e sim AMOR. E nunca esquecer de ORAR SEMPRE! O CRISTO É O SENHOR DO MUNDO. NENUMA FORÇA HUMANA PODERÁ DERROTAR O SENHOR.
Muita Paz e Saúde.
quarta-feira, 6 de maio de 2020
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