AÇÃO DO CRISTO - PARTE II.
João, 5:3047
30- Não posso fazer nada por mim mesmo; conforme ouço, escolho e, minha escolha é justa, porque não procuro minha vontade, mas dAquele que me enviou.
31- Se eu testifico a meu respeito, não é verdadeiro meu testemunho?
32- Há outros que testifica a meu respeito, e sei que é verdadeiro o testemunho que ele testifica a meu respeito.
33- Vós enviaste a João e ele testificou a verdade.
34- Eu porém não recebo testemunho de homem, mas digo estas coisas para que vos salveis.
35- Ele era a lâmpada que ardia e brilhava; vós vós quiseste alegrar-vos por uma hora na luz dele.
36- Eu porém tenho um testemunho maior que o de João; pois as obras que o Pai me deu para que eu as termine, essas obras que produzo, testificam acerca de mim, que o Pai me enviou.
37- E o Pai que me enviou, esse testificou a meu respeito. Nem a voz dEle nunca ouvistes, nem a forma dEle vistes;
38- e não trazem imanente em vós o seu ensino, porque não confiais em quem eLE enviou.
39- Examinem as escrituras, porque pensam ter nelas a vida imanente e, são elas que testificam a meu respeito.
40- E não querem vir a mim para que tenham vida.
41- Não recebo doutrina de homens.
42- Mas os conheço, e não tem em vós o Amor de Deus.
43- Eu vim por meu Pai e não me receberam; se vier outro por si mesmo, a esse receberão.
44- Como podem confiar, recebendo uns dos outros, uma doutrina, e não procuram a Doutrina que vem da parte do único Deus?
45- Não pensem que os acusarei ao Pai; há quem os acuse; Moisés, no qual esperastes.
46- Porque, se tivessem confiado em Moisés, teriam confiado em mim, pois de mim escreveu ele.
47- Se não confiam em seus escritos, como confiarão em minhas palavras?
Ainda sendo questionado pelos judeus, o Cristo Planetário continua a sua sublime instrução à aquela plateia estupefata e com espessas sombras no coração.
Disse o Cristo, que veio até os homens, não para satisfazer a vaidade dos poderosos e nem para cumprir normas sociais. Iria seguir rigidamente ao programa que traçou, com à aprovação dAquele que o enviou.
Não faria como havia feito e ainda fazem, àqueles que gostam de afirmar ou testemunhar, sobre eles mesmos; mas, sem nenhuma autoridade para isso.
Dando uma grande oportunidade, para que abrissem seus olhos a verdadeira Luz que dissipa as trevas, o Cristo revela que era ele mesmo que o testemunhava. Mesmo assim, mantinham o coração trancado com a enorme chave do orgulho.
Mas, o Cristo não desiste! Apela então, para o testemunho de alguém que todos conheciam: João Batista. Pois era do conhecimento deles, que João havia confirmado o grande trabalho e a importância do Cristo. No entanto, ainda duvidavam; queriam provas materiais e circunstanciais, para crer.
Percebendo a desconfiança deles, o Cristo fala com a autoridade do Senhor do mundo. O Cristo não recebe testemunho de homem nenhum; como almejaram os chamados "sábios" que surgiram antes dELe. Porque, sua autoridade fora conquistada, evoluindo em linha direta, sem nenhuma queda. O Cristo não erra.
Voltando a falar de João Batista, o Cristo Planetário afirmou, que João fora uma luz tentando abrir caminho no escuro coração daquela gente. No entanto, apenas por um momento, estiveram sob essa luz. Assim como ainda continuam os homens fazendo, quando recebem uma benção; não se esforçando para manter brilhando sua própria luz.
Ampliando a maravilhosa instrução, o Cristo Planetário, reafirma sua condição Divina e enviado de Deus; dizendo: que ainda não havia terminado a grande obra, confiada a eLE pelo Pai. Porque, essa obra grandiosa, começou com a fundação do planeta Terra. "A Terra era sem forma e vazia..." (Gênesis, 1:2). Vide também: Capítulos 4 e 5 do Apocalipse de João.
Continuando a falar com Autoridade, disse o Cristo que, Aquele que o enviou, esse sim dá o verdadeiro testemunho a seu respeito; também autoridade para realizar e terminar suas obras.
Disse também! Que nenhum deles, tinha autoridade; por menor que fosse. Aquelas pessoas ainda vinculadas a um sectarismo antigo, não conseguiam ver em natureza, aquilo que é inseparável e contido nela. Anda mantinham-se preso, a um antropomorfismo milenar. Não percebiam Deus como SER Eterno; Incriado; sem princípio e nem fim. Assim, não sentiam o Criador; pois seus sentimentos eram rígidos e frios como gelo.
Não podiam entender os ensinos do Cristo porque, não confiavam e nem acreditavam que, quem lhes falava era o próprio Filho de Deus. Na verdade, almejavam um deus e não o Deus Único.
O Cristo ainda oferece-lhes uma preciosa pista, para que O compreendam e acreditem em suas palavras; dizendo que examinem sem prévios julgamentos e com o coração aberto, as antigas escrituras. Se realmente desejassem, poderiam ver aquEle que lhes falava, no Livro de Isaías. E também, nas entrelinhas dos Livros de Moisés. Mas para isso, teriam que realmente ter em seus corações, o Deus imanente. Mas, aquelas pessoas, como a maioria nos dias atuais, ainda não estavam interessadas na verdadeira vida oferecida pelo Cristo Planetário.
Mais uma vez o Cristo é enfático, ao dizer que não recebia doutrinas de homens. Essas que ainda são pregadas e não praticadas, por aqueles que querem ser o centro das atenções; que prometem a satisfação dos sentidos e acumulo de bens materiais. Cujo objetivo é o personalismo e a vaidade. Por isso, não poderia ter o Amor e nem amar a Deus.
Como eLE Cristo veio em nome do Pai, não foi recebido pela maioria; mas quando vem alguém em nome do próprio personalismo, esse é recebido pela maioria. Vide doutrinas estranhas sendo seguida por grandes nações.
Enquanto os homens estiver recebendo na mente e no coração, doutrinas de homens falíveis, não podiam entender o ensino daquEle que foi enviado pelo Único Deus.
Ele o Cristo, não veio para acusar ninguém; pois na verdade, Moisés já havia feito isso. Porque, se não confiaram nem em Moisés, não confiavam no Cristo. Não confiaram nem perceberam em que Moisés escreveu e falou do Cristo; por isso não praticavam o que dissera ele, muito menos nas palavras do Cristo Planetário.
Muita Paz.
João, 5:3047
30- Não posso fazer nada por mim mesmo; conforme ouço, escolho e, minha escolha é justa, porque não procuro minha vontade, mas dAquele que me enviou.
31- Se eu testifico a meu respeito, não é verdadeiro meu testemunho?
32- Há outros que testifica a meu respeito, e sei que é verdadeiro o testemunho que ele testifica a meu respeito.
33- Vós enviaste a João e ele testificou a verdade.
34- Eu porém não recebo testemunho de homem, mas digo estas coisas para que vos salveis.
35- Ele era a lâmpada que ardia e brilhava; vós vós quiseste alegrar-vos por uma hora na luz dele.
36- Eu porém tenho um testemunho maior que o de João; pois as obras que o Pai me deu para que eu as termine, essas obras que produzo, testificam acerca de mim, que o Pai me enviou.
37- E o Pai que me enviou, esse testificou a meu respeito. Nem a voz dEle nunca ouvistes, nem a forma dEle vistes;
38- e não trazem imanente em vós o seu ensino, porque não confiais em quem eLE enviou.
39- Examinem as escrituras, porque pensam ter nelas a vida imanente e, são elas que testificam a meu respeito.
40- E não querem vir a mim para que tenham vida.
41- Não recebo doutrina de homens.
42- Mas os conheço, e não tem em vós o Amor de Deus.
43- Eu vim por meu Pai e não me receberam; se vier outro por si mesmo, a esse receberão.
44- Como podem confiar, recebendo uns dos outros, uma doutrina, e não procuram a Doutrina que vem da parte do único Deus?
45- Não pensem que os acusarei ao Pai; há quem os acuse; Moisés, no qual esperastes.
46- Porque, se tivessem confiado em Moisés, teriam confiado em mim, pois de mim escreveu ele.
47- Se não confiam em seus escritos, como confiarão em minhas palavras?
Ainda sendo questionado pelos judeus, o Cristo Planetário continua a sua sublime instrução à aquela plateia estupefata e com espessas sombras no coração.
Disse o Cristo, que veio até os homens, não para satisfazer a vaidade dos poderosos e nem para cumprir normas sociais. Iria seguir rigidamente ao programa que traçou, com à aprovação dAquele que o enviou.
Não faria como havia feito e ainda fazem, àqueles que gostam de afirmar ou testemunhar, sobre eles mesmos; mas, sem nenhuma autoridade para isso.
Dando uma grande oportunidade, para que abrissem seus olhos a verdadeira Luz que dissipa as trevas, o Cristo revela que era ele mesmo que o testemunhava. Mesmo assim, mantinham o coração trancado com a enorme chave do orgulho.
Mas, o Cristo não desiste! Apela então, para o testemunho de alguém que todos conheciam: João Batista. Pois era do conhecimento deles, que João havia confirmado o grande trabalho e a importância do Cristo. No entanto, ainda duvidavam; queriam provas materiais e circunstanciais, para crer.
Percebendo a desconfiança deles, o Cristo fala com a autoridade do Senhor do mundo. O Cristo não recebe testemunho de homem nenhum; como almejaram os chamados "sábios" que surgiram antes dELe. Porque, sua autoridade fora conquistada, evoluindo em linha direta, sem nenhuma queda. O Cristo não erra.
Voltando a falar de João Batista, o Cristo Planetário afirmou, que João fora uma luz tentando abrir caminho no escuro coração daquela gente. No entanto, apenas por um momento, estiveram sob essa luz. Assim como ainda continuam os homens fazendo, quando recebem uma benção; não se esforçando para manter brilhando sua própria luz.
Ampliando a maravilhosa instrução, o Cristo Planetário, reafirma sua condição Divina e enviado de Deus; dizendo: que ainda não havia terminado a grande obra, confiada a eLE pelo Pai. Porque, essa obra grandiosa, começou com a fundação do planeta Terra. "A Terra era sem forma e vazia..." (Gênesis, 1:2). Vide também: Capítulos 4 e 5 do Apocalipse de João.
Continuando a falar com Autoridade, disse o Cristo que, Aquele que o enviou, esse sim dá o verdadeiro testemunho a seu respeito; também autoridade para realizar e terminar suas obras.
Disse também! Que nenhum deles, tinha autoridade; por menor que fosse. Aquelas pessoas ainda vinculadas a um sectarismo antigo, não conseguiam ver em natureza, aquilo que é inseparável e contido nela. Anda mantinham-se preso, a um antropomorfismo milenar. Não percebiam Deus como SER Eterno; Incriado; sem princípio e nem fim. Assim, não sentiam o Criador; pois seus sentimentos eram rígidos e frios como gelo.
Não podiam entender os ensinos do Cristo porque, não confiavam e nem acreditavam que, quem lhes falava era o próprio Filho de Deus. Na verdade, almejavam um deus e não o Deus Único.
O Cristo ainda oferece-lhes uma preciosa pista, para que O compreendam e acreditem em suas palavras; dizendo que examinem sem prévios julgamentos e com o coração aberto, as antigas escrituras. Se realmente desejassem, poderiam ver aquEle que lhes falava, no Livro de Isaías. E também, nas entrelinhas dos Livros de Moisés. Mas para isso, teriam que realmente ter em seus corações, o Deus imanente. Mas, aquelas pessoas, como a maioria nos dias atuais, ainda não estavam interessadas na verdadeira vida oferecida pelo Cristo Planetário.
Mais uma vez o Cristo é enfático, ao dizer que não recebia doutrinas de homens. Essas que ainda são pregadas e não praticadas, por aqueles que querem ser o centro das atenções; que prometem a satisfação dos sentidos e acumulo de bens materiais. Cujo objetivo é o personalismo e a vaidade. Por isso, não poderia ter o Amor e nem amar a Deus.
Como eLE Cristo veio em nome do Pai, não foi recebido pela maioria; mas quando vem alguém em nome do próprio personalismo, esse é recebido pela maioria. Vide doutrinas estranhas sendo seguida por grandes nações.
Enquanto os homens estiver recebendo na mente e no coração, doutrinas de homens falíveis, não podiam entender o ensino daquEle que foi enviado pelo Único Deus.
Ele o Cristo, não veio para acusar ninguém; pois na verdade, Moisés já havia feito isso. Porque, se não confiaram nem em Moisés, não confiavam no Cristo. Não confiaram nem perceberam em que Moisés escreveu e falou do Cristo; por isso não praticavam o que dissera ele, muito menos nas palavras do Cristo Planetário.
Muita Paz.
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