"Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, Varão aprovado por Deus, entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis." (Atos, 2:22).
Este versículo, é parte do discurso de Pedro em Jerusalém; no dia da festa do Pentecostes.
Todos, estavam cientes dos feitos de Jesus, durante os três anos, que permaneceu na Terra. Embora a maioria dos cristãos acreditam que, foram os judeus que mataram o Cristo, isto não é verdade.
Logo depois de Jesus ser preso no jardim de Getsemâni, em Jerusalém; foi imediatamente levado até Caifás; sacerdote daquele dia. Já era de madrugada, quando o Mestre ficou diante das autoridades do Sinédrio.
ELe foi interrogado, cuspido, agredido fisicamente; além de receber ofensas moral.
Depois disto, Jesus foi conduzido para a "Fortaleza Antônia;" sede da representação romana, na província da Judeia. Nesta fortificação romana, que ficava próxima ao Sinédrio, não havia nenhum judeu presente, quando Pilatos interrogou o Mestre.
Mesmo porque, aquele local, era considerado impuro pelos Judeus, por ser onde se praticava o politeísmo, pelos romanos.
Pilatos, sim, tinha clara intenção de matar Jesus, o qual já havia acompanhado seus passos e feitos; considerando o Mestre como uma espécie de terrorista; e portanto, inimigo do Imperador.
Também, nunca concordaria em soltar Barrabás; este sim, um terrorista convicto. Barrabás, ha muito tempo vinha, atacando vários destacamentos de soldados romanos, através de emboscadas.
Pertencia a um grupo chamado "Zelotes," que tinha por objetivo, libertar Israel da dominação romana. Portanto, quem crucificou e assassinou o Cristo, foram os romanos; com a ordem de Pôncio Pilatos.
Nunca houve uma escolha do povo, entre Jesus ou Barrabás. Isto é coisa das organizações religiosas profissionais e dos filmes, que falam sobre o tema.
Como disse Pedro: "Varão aprovado por Deus..."
Sim! Jesus e o Pai são UNO. Como filho do Deus Altíssimo, o Mestre dos mestres, tem toda a autoridade, para julgar os vivos e os "mortos;" no dia do "juízo final," que acontece a todo instante, em que uma alma deixa a veste física, indo para os planos espirituais.
Este julgamento, acontece sempre que a consciência do Espírito, o acusa ou não; dependendo das atitudes boas ou más, e de como usou o seu direito de ARBITRAR. Para amar ou para julgar seus semelhantes.
Pois, a Lei de Deus, está escrita na consciência de cada ser humano.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
Este versículo, é parte do discurso de Pedro em Jerusalém; no dia da festa do Pentecostes.
Todos, estavam cientes dos feitos de Jesus, durante os três anos, que permaneceu na Terra. Embora a maioria dos cristãos acreditam que, foram os judeus que mataram o Cristo, isto não é verdade.
Logo depois de Jesus ser preso no jardim de Getsemâni, em Jerusalém; foi imediatamente levado até Caifás; sacerdote daquele dia. Já era de madrugada, quando o Mestre ficou diante das autoridades do Sinédrio.
ELe foi interrogado, cuspido, agredido fisicamente; além de receber ofensas moral.
Depois disto, Jesus foi conduzido para a "Fortaleza Antônia;" sede da representação romana, na província da Judeia. Nesta fortificação romana, que ficava próxima ao Sinédrio, não havia nenhum judeu presente, quando Pilatos interrogou o Mestre.
Mesmo porque, aquele local, era considerado impuro pelos Judeus, por ser onde se praticava o politeísmo, pelos romanos.
Pilatos, sim, tinha clara intenção de matar Jesus, o qual já havia acompanhado seus passos e feitos; considerando o Mestre como uma espécie de terrorista; e portanto, inimigo do Imperador.
Também, nunca concordaria em soltar Barrabás; este sim, um terrorista convicto. Barrabás, ha muito tempo vinha, atacando vários destacamentos de soldados romanos, através de emboscadas.
Pertencia a um grupo chamado "Zelotes," que tinha por objetivo, libertar Israel da dominação romana. Portanto, quem crucificou e assassinou o Cristo, foram os romanos; com a ordem de Pôncio Pilatos.
Nunca houve uma escolha do povo, entre Jesus ou Barrabás. Isto é coisa das organizações religiosas profissionais e dos filmes, que falam sobre o tema.
Como disse Pedro: "Varão aprovado por Deus..."
Sim! Jesus e o Pai são UNO. Como filho do Deus Altíssimo, o Mestre dos mestres, tem toda a autoridade, para julgar os vivos e os "mortos;" no dia do "juízo final," que acontece a todo instante, em que uma alma deixa a veste física, indo para os planos espirituais.
Este julgamento, acontece sempre que a consciência do Espírito, o acusa ou não; dependendo das atitudes boas ou más, e de como usou o seu direito de ARBITRAR. Para amar ou para julgar seus semelhantes.
Pois, a Lei de Deus, está escrita na consciência de cada ser humano.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
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