"E João Batista, ouvindo na prisão falar dos feitos do Cristo, enviou dois dos seus discípulos, para perguntar-lhe: És tu aquele que há de vir, ou esperaremos outro?" (Mateus, 11:1-3).
Na verdade, João Batista não duvidou que Jesus fosse o Messias esperado. Pois ele próprio quando batizava no rio Jordão, estando diante de Jesus disse:
"Eu é que necessito ser batizado por ti, e vens tu a mim?" (Mateus, 3:14)
Então, por quê mandou dois de seus discípulos perguntar, a Jesus se era mesmo, o Messias esperado?
Embora João Batista não duvidasse, porém, achava que o Messias seria uma pessoa com modos diferentes do Cristo. Que era alegre e liberal. Jesus nunca foi alguém "intocável" como eram os fariseus e os doutores da Lei.
Foi gentil, doce e acolhedor. Estava sempre pronto para atender a todos que o procuravam. E o mais importante: Não veio comandando legiões de seres angélicos para libertar Israel pela violência; e fazer dos judeus, a nação predominante no mundo. Como sonhavam os judeus.
O que aconteceu, foi um erro de interpretação das escrituras; ou uma pretensão nascida do orgulho e da prepotência, daqueles que somente pensam no poder.
Em Isaías temos: "Porque brotará um filho do trono de Jessé, e das suas raízes uma Boa Nova frutificará." (Isaías, 11:1)
"E pousará sobre Ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de inteligência, o Espírito de conselho, e de fortaleza, conhecimento e de Amor ao Senhor." (Isaías, 11:2).
"Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se abrirão. Então os paralíticos saltarão como cabritos, e a língua dos mudos cantará: Porque águas arrebentarão no deserto e ribeiros no ermo." (Isaías, 35:5-6).
Somente o Cristo Planetário, poderia realizar tão grandes maravilhas. O Livro de Isaías, está repleto de palavras a respeito da vinda do Messias tão esperado. Mas, não um "messias" que vinha para fazer guerra. E sim, pacífico e manso de coração. E que, como um cordeiro, iria para o sacrifício; para salvar a humanidade de seus pecados.
Veio para ensinar o Amor, o perdão, a caridade. E sobretudo, como conquistarmos nossa libertação. E assim, fazermos a vontade de Deus. Então seremos chamados de Filhos do Pai Eterno.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
Na verdade, João Batista não duvidou que Jesus fosse o Messias esperado. Pois ele próprio quando batizava no rio Jordão, estando diante de Jesus disse:
"Eu é que necessito ser batizado por ti, e vens tu a mim?" (Mateus, 3:14)
Então, por quê mandou dois de seus discípulos perguntar, a Jesus se era mesmo, o Messias esperado?
Embora João Batista não duvidasse, porém, achava que o Messias seria uma pessoa com modos diferentes do Cristo. Que era alegre e liberal. Jesus nunca foi alguém "intocável" como eram os fariseus e os doutores da Lei.
Foi gentil, doce e acolhedor. Estava sempre pronto para atender a todos que o procuravam. E o mais importante: Não veio comandando legiões de seres angélicos para libertar Israel pela violência; e fazer dos judeus, a nação predominante no mundo. Como sonhavam os judeus.
O que aconteceu, foi um erro de interpretação das escrituras; ou uma pretensão nascida do orgulho e da prepotência, daqueles que somente pensam no poder.
Em Isaías temos: "Porque brotará um filho do trono de Jessé, e das suas raízes uma Boa Nova frutificará." (Isaías, 11:1)
"E pousará sobre Ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de inteligência, o Espírito de conselho, e de fortaleza, conhecimento e de Amor ao Senhor." (Isaías, 11:2).
"Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se abrirão. Então os paralíticos saltarão como cabritos, e a língua dos mudos cantará: Porque águas arrebentarão no deserto e ribeiros no ermo." (Isaías, 35:5-6).
Somente o Cristo Planetário, poderia realizar tão grandes maravilhas. O Livro de Isaías, está repleto de palavras a respeito da vinda do Messias tão esperado. Mas, não um "messias" que vinha para fazer guerra. E sim, pacífico e manso de coração. E que, como um cordeiro, iria para o sacrifício; para salvar a humanidade de seus pecados.
Veio para ensinar o Amor, o perdão, a caridade. E sobretudo, como conquistarmos nossa libertação. E assim, fazermos a vontade de Deus. Então seremos chamados de Filhos do Pai Eterno.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
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