"Porque João veio a vós no caminho da justiça, e não o creste, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para o crer." (Mateus, 21:32).
Este versículo, é parte da parábola dos dois filhos.
Esta parábola conta a história de um homem que tinha dois filhos. Chamando um deles para trabalhar na vinha, este recusou; mas pensando melhor, decidiu cumprir a ordem do pai.
Ao outro filho, disse a mesma coisa; o filho disse que ia; porém não foi.
O que entendemos dos ensinamento do Mestre, é que, apesar de existir na atualidade, grande números de cristãos, cada um com sua igreja, agem como os antigos fariseus e escribas.
Pregam diante do púlpito, mas não praticam o que falam. Exigem dos fiéis o pagamento do dízimo, mas desconhecem a sua verdadeira origem.
Sabemos que os textos da Bíblia ao serem traduzidos, sofreram muitas modificações; segundo os interesses das organizações religiosas profissionais, através dos tempos.
Antes do Concílio de Niceia, realizado pelo imperador romano Constantino, em 325 a.c, o cristianismo era praticado em toda sua pureza. Não havia intervenção dos dogmas hoje existentes, das organizações religiosas profissionais.
O dízimo nos tempos do cristianismo puro, era empregado para ajudar aqueles que não tinham absolutamente nada; nem o que vestir, o que comer e onde morar. Este era o objetivo do dízimo. Muito diferente, daquele que é cobrado hoje pelas várias igrejas das várias correntes do cristianismo.
Mas por que isto não está escrito na bíblia? Porque foi traduzido segundo os interesses políticos das organizações religiosas.
O que aconteceu nos tempos do Cristo, acontece nos tempos atuais! Há muito falatório e pouca ou quase nenhuma prática, em benefício dos mais necessitados. A maioria das pessoas que frequentam templos, vivem nos excessos.
Ninguém quer viver somente com o necessário. Quando não podem adquirir determinado bem de consumo ficam deprimidas, e na ilusão de buscar a felicidade no materialismo, ficam endividadas. E não conseguem escapar da depressão.
O que lhes falta? Primeiro a fé raciocinada; e depois, um ideal espiritual. Um programa de vida, cujas bases é o Evangelho. Não para somente ficar ouvindo alguém falar; mas para estuda-lo e colocar seus ensinamentos em prática.
Em nome do bem e do amor ao próximo. Façam isto e terão uma nova vida. Este é o único caminho para a verdadeira felicidade. Como disse o Cristo: "Ninguém vai ao Pai, se não for através de mim." (João, 14:6).
Olhai, vigiai, orai.
Paz para a Terra.
Este versículo, é parte da parábola dos dois filhos.
Esta parábola conta a história de um homem que tinha dois filhos. Chamando um deles para trabalhar na vinha, este recusou; mas pensando melhor, decidiu cumprir a ordem do pai.
Ao outro filho, disse a mesma coisa; o filho disse que ia; porém não foi.
O que entendemos dos ensinamento do Mestre, é que, apesar de existir na atualidade, grande números de cristãos, cada um com sua igreja, agem como os antigos fariseus e escribas.
Pregam diante do púlpito, mas não praticam o que falam. Exigem dos fiéis o pagamento do dízimo, mas desconhecem a sua verdadeira origem.
Sabemos que os textos da Bíblia ao serem traduzidos, sofreram muitas modificações; segundo os interesses das organizações religiosas profissionais, através dos tempos.
Antes do Concílio de Niceia, realizado pelo imperador romano Constantino, em 325 a.c, o cristianismo era praticado em toda sua pureza. Não havia intervenção dos dogmas hoje existentes, das organizações religiosas profissionais.
O dízimo nos tempos do cristianismo puro, era empregado para ajudar aqueles que não tinham absolutamente nada; nem o que vestir, o que comer e onde morar. Este era o objetivo do dízimo. Muito diferente, daquele que é cobrado hoje pelas várias igrejas das várias correntes do cristianismo.
Mas por que isto não está escrito na bíblia? Porque foi traduzido segundo os interesses políticos das organizações religiosas.
O que aconteceu nos tempos do Cristo, acontece nos tempos atuais! Há muito falatório e pouca ou quase nenhuma prática, em benefício dos mais necessitados. A maioria das pessoas que frequentam templos, vivem nos excessos.
Ninguém quer viver somente com o necessário. Quando não podem adquirir determinado bem de consumo ficam deprimidas, e na ilusão de buscar a felicidade no materialismo, ficam endividadas. E não conseguem escapar da depressão.
O que lhes falta? Primeiro a fé raciocinada; e depois, um ideal espiritual. Um programa de vida, cujas bases é o Evangelho. Não para somente ficar ouvindo alguém falar; mas para estuda-lo e colocar seus ensinamentos em prática.
Em nome do bem e do amor ao próximo. Façam isto e terão uma nova vida. Este é o único caminho para a verdadeira felicidade. Como disse o Cristo: "Ninguém vai ao Pai, se não for através de mim." (João, 14:6).
Olhai, vigiai, orai.
Paz para a Terra.
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