"Os manjares são para o ventre, e o ventre para os manjares; Deus, porém, aniquilará tanto uns como os outros." (I Coríntios, 6:13).
Os prazeres da vida, tais como a glutonaria por exemplo, se constituem desde tempos imemoriais, um dos principais meios para a maioria dos homens demonstrar satisfação e gozo da vida.
Trabalham, comem e fazem sexo desregradamente. Sentindo-se felizes com o alimento material, e não pensando das questões espirituais.
Se o "Sermão da Montanha," voltasse à acontecer na época atual, a maioria dos presentes esperavam benefícios materiais e resolução imediata de seus mesquinhos problemas. Tal como aconteceu na época do Cristo.
Para os homens, a satisfação do estômago, ainda constitui fator importante em sua vida na carne.
Imagine, se a semente se recusasse a germinar, somente para gozar o conforto e a proteção da cova? Certamente estaria violando as Leis do Criador, negando as dádivas da evolução.
Assim são os homens, que vivem pela satisfação dos seus sentidos e aos excessos da matéria.
Se o estômago é um órgão importante do corpo para processar o precioso alimento, não temos dúvida; mas também, não pode ser utilizado somente para depósito, ou como forma exagerada de prazer.
Bençoadas e verdadeiras, são as capacidades criadoras.
É urgente a conscientização do alimento do Espírito.
A humanidade está carente de estudo, crescimento moral através do trabalho honesto e ético, do amor, da caridade e principalmente da fé raciocinada; como forma de evitar o fanatismo sectarista fundamentalista de certas crenças religiosas.
Isto também é uma espécie de "glutonaria" espiritual. Um pensamento equivocado de se professar uma "fé."
Aqueles que vivem pelo corpo ou pelos dogmas exteriores, esquecem das palavras de Paulo de Tarso:
"O Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo." (Romanos, 14:17).
Na mente e no coração do verdadeiro discípulo do Mestre, brilha a imperecível Luz do Evangelho e o precioso alerta de Paulo: "Os manjares são para o ventre e o ventre para os manjares; Deus aniquilará tanto um como os outros."
Olhai, vigiai, orai.
Paz para a Terra.
Os prazeres da vida, tais como a glutonaria por exemplo, se constituem desde tempos imemoriais, um dos principais meios para a maioria dos homens demonstrar satisfação e gozo da vida.
Trabalham, comem e fazem sexo desregradamente. Sentindo-se felizes com o alimento material, e não pensando das questões espirituais.
Se o "Sermão da Montanha," voltasse à acontecer na época atual, a maioria dos presentes esperavam benefícios materiais e resolução imediata de seus mesquinhos problemas. Tal como aconteceu na época do Cristo.
Para os homens, a satisfação do estômago, ainda constitui fator importante em sua vida na carne.
Imagine, se a semente se recusasse a germinar, somente para gozar o conforto e a proteção da cova? Certamente estaria violando as Leis do Criador, negando as dádivas da evolução.
Assim são os homens, que vivem pela satisfação dos seus sentidos e aos excessos da matéria.
Se o estômago é um órgão importante do corpo para processar o precioso alimento, não temos dúvida; mas também, não pode ser utilizado somente para depósito, ou como forma exagerada de prazer.
Bençoadas e verdadeiras, são as capacidades criadoras.
É urgente a conscientização do alimento do Espírito.
A humanidade está carente de estudo, crescimento moral através do trabalho honesto e ético, do amor, da caridade e principalmente da fé raciocinada; como forma de evitar o fanatismo sectarista fundamentalista de certas crenças religiosas.
Isto também é uma espécie de "glutonaria" espiritual. Um pensamento equivocado de se professar uma "fé."
Aqueles que vivem pelo corpo ou pelos dogmas exteriores, esquecem das palavras de Paulo de Tarso:
"O Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo." (Romanos, 14:17).
Na mente e no coração do verdadeiro discípulo do Mestre, brilha a imperecível Luz do Evangelho e o precioso alerta de Paulo: "Os manjares são para o ventre e o ventre para os manjares; Deus aniquilará tanto um como os outros."
Olhai, vigiai, orai.
Paz para a Terra.
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