"Prossigo para o alvo." (Filipenses, 3:14).
Paulo conquistou com muito trabalho, sacrifício, experiência e sabedoria necessária, para escrever aos Filipenses, o sábio conselho da necessidade de todo discípulo seguir sempre em frente. Para isso, terá que elaborar dentro de si mesmo a fé, e o ideal, cujas bases sejam os ensinamentos do Evangelho.
O orgulhoso doutor da lei, teve que morrer; para dar vida ao valoroso "soldado" do Cristo, em santificada humildade.
Mesmo sendo preparado para ser atleta e intelectual, pois conhecia a fundo o conteúdo da Torá, e falava vários idiomas, e era um desportista, renovou-se no Senhor, propondo-se a trabalhar como simples tecelão; garantindo assim o seu próprio sustento.
Ao dar o testemunho na seara do Mestre, submeteu-se as ironias dos ignorantes, o desamparo da sua família, a desconfiança e o insulto de seus amigos. Foi açoitado e apedrejado, ao pregar a Boa Nova do Cristo.
Porém, nunca foi vencido pelo medo ou pelo desânimo. Prosseguiu sempre em busca do alvo, em perfeita sintonia com seu Mestre.
Nos tempos atuais, quantos cristãos estarão dispostos a levantar a mesma bandeira do Apóstolo dos gentios?
O convite vem sendo feito desde a época de Paulo. No entanto, reduzido é o número de cristãos dispostos a tão amarga tarefa. Jesus nunca prometeu facilidades para aqueles que estivessem realmente dispostos ao testemunho, em nome do bem e amor ao próximo.
"Não vim trazer a paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada." (Mateus, 10:34).
Com estas palavras, o Mestre quis dizer que, sem o esforço e a fé de cada um, independente das dificuldades, não conquistaremos nenhum bem moral ou intelectual. Bens estes, que não são comidos pela traça. Isto é uma conquista individual, de cada cristão.
Infelizmente a maioria dos cristãos, fogem destes propósitos; preferindo o acúmulo de bens perecíveis, e a satisfação de seus sentidos, escravos do egoísmo e da vaidade.
Rendem-se diante dos menores obstáculos! Nunca estão dispostos a realização dos menores sacrifícios; na maioria das vezes, em prol de si mesmo.
Preferindo a ilusão, jamais tem a coragem de encarar o próprio espelho da alma. A verdade os apavora!
Perdem o rumo do Cristo, porque não conseguem se desvincular dos excessos materiais no equivoco que, este é o caminho para a felicidade. Rompendo os alicerces deste mundo ilusório, se sentem angustiados, viajantes sedentos nos áridos desertos da vida.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
Paulo conquistou com muito trabalho, sacrifício, experiência e sabedoria necessária, para escrever aos Filipenses, o sábio conselho da necessidade de todo discípulo seguir sempre em frente. Para isso, terá que elaborar dentro de si mesmo a fé, e o ideal, cujas bases sejam os ensinamentos do Evangelho.
O orgulhoso doutor da lei, teve que morrer; para dar vida ao valoroso "soldado" do Cristo, em santificada humildade.
Mesmo sendo preparado para ser atleta e intelectual, pois conhecia a fundo o conteúdo da Torá, e falava vários idiomas, e era um desportista, renovou-se no Senhor, propondo-se a trabalhar como simples tecelão; garantindo assim o seu próprio sustento.
Ao dar o testemunho na seara do Mestre, submeteu-se as ironias dos ignorantes, o desamparo da sua família, a desconfiança e o insulto de seus amigos. Foi açoitado e apedrejado, ao pregar a Boa Nova do Cristo.
Porém, nunca foi vencido pelo medo ou pelo desânimo. Prosseguiu sempre em busca do alvo, em perfeita sintonia com seu Mestre.
Nos tempos atuais, quantos cristãos estarão dispostos a levantar a mesma bandeira do Apóstolo dos gentios?
O convite vem sendo feito desde a época de Paulo. No entanto, reduzido é o número de cristãos dispostos a tão amarga tarefa. Jesus nunca prometeu facilidades para aqueles que estivessem realmente dispostos ao testemunho, em nome do bem e amor ao próximo.
"Não vim trazer a paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada." (Mateus, 10:34).
Com estas palavras, o Mestre quis dizer que, sem o esforço e a fé de cada um, independente das dificuldades, não conquistaremos nenhum bem moral ou intelectual. Bens estes, que não são comidos pela traça. Isto é uma conquista individual, de cada cristão.
Infelizmente a maioria dos cristãos, fogem destes propósitos; preferindo o acúmulo de bens perecíveis, e a satisfação de seus sentidos, escravos do egoísmo e da vaidade.
Rendem-se diante dos menores obstáculos! Nunca estão dispostos a realização dos menores sacrifícios; na maioria das vezes, em prol de si mesmo.
Preferindo a ilusão, jamais tem a coragem de encarar o próprio espelho da alma. A verdade os apavora!
Perdem o rumo do Cristo, porque não conseguem se desvincular dos excessos materiais no equivoco que, este é o caminho para a felicidade. Rompendo os alicerces deste mundo ilusório, se sentem angustiados, viajantes sedentos nos áridos desertos da vida.
Olhai, vigiai, orai.
Paz do Cristo.
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