"Tenho vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz." (João, 16:33).
Os ensinamentos do Mestre são fundamentados no trabalho constante na seara; e assim, o discípulo não cairá no menor atrito. Para também não confundir ociosidade com tranquilidade.
Guardar a paz, não é o mesmo que permanecer no menor esforço.
No modo de pensar da maioria dos homens, estar em segurança, é acumular bens materiais, prestígio social, e no poder que o dinheiro proporciona. Tudo isso é efêmero.
As tempestades escuras as vezes costumam sanear a atmosfera do dia, e as angustias da morte revivem as falsidades terrestres.
É melhor encarar de frente os problemas e as dificuldades, que ficar ocioso no descanso inútil, a ter que enfrentar no amanhã os mais terríveis fantasmas.
A Terra é uma escola de trabalhos constantes.
Problemas e dificuldades dinamizam a mente do homem. O pior problema e não ter problema!
É imprescindível, a renovação do conceito de paz, para que não venhamos a cair na ilusão efêmera de que tudo na vida, pode ser resolvido através da satisfação dos sentidos. É como permanecer para sempre, seguindo o "coelho branco da Alice."
Não existe um lugar "maravilhoso," onde reina a felicidade sem esforço.
Para conquistar a paz do Cristo, será necessário uma luta constante, para equilibrar sentimento e razão. Não podemos, enquanto cristãos, renegar o testemunho da "porta estreita," a qual nos ensinou o Cristo.
Não poderemos buscar a tranquilidade no passado! Isto é o mesmo que cultuar cadáveres. Temos que, reciclar nosso lixo psíquico, para caminharmos rumo ao futuro promissor. A evolução, não é de graça! É conquista do Espírito encarnado.
Somente conquistaremos a tão sonhada paz, se nos esforçarmos em seguir a Jesus; dando o nosso testemunho sempre que ELe nos convocar.
Nenhuma situação externa poderá modificar a serenidade daquele que conquistou o caminho luminoso.
Olhai, orai, vigiai.
Muita paz.
Os ensinamentos do Mestre são fundamentados no trabalho constante na seara; e assim, o discípulo não cairá no menor atrito. Para também não confundir ociosidade com tranquilidade.
Guardar a paz, não é o mesmo que permanecer no menor esforço.
No modo de pensar da maioria dos homens, estar em segurança, é acumular bens materiais, prestígio social, e no poder que o dinheiro proporciona. Tudo isso é efêmero.
As tempestades escuras as vezes costumam sanear a atmosfera do dia, e as angustias da morte revivem as falsidades terrestres.
É melhor encarar de frente os problemas e as dificuldades, que ficar ocioso no descanso inútil, a ter que enfrentar no amanhã os mais terríveis fantasmas.
A Terra é uma escola de trabalhos constantes.
Problemas e dificuldades dinamizam a mente do homem. O pior problema e não ter problema!
É imprescindível, a renovação do conceito de paz, para que não venhamos a cair na ilusão efêmera de que tudo na vida, pode ser resolvido através da satisfação dos sentidos. É como permanecer para sempre, seguindo o "coelho branco da Alice."
Não existe um lugar "maravilhoso," onde reina a felicidade sem esforço.
Para conquistar a paz do Cristo, será necessário uma luta constante, para equilibrar sentimento e razão. Não podemos, enquanto cristãos, renegar o testemunho da "porta estreita," a qual nos ensinou o Cristo.
Não poderemos buscar a tranquilidade no passado! Isto é o mesmo que cultuar cadáveres. Temos que, reciclar nosso lixo psíquico, para caminharmos rumo ao futuro promissor. A evolução, não é de graça! É conquista do Espírito encarnado.
Somente conquistaremos a tão sonhada paz, se nos esforçarmos em seguir a Jesus; dando o nosso testemunho sempre que ELe nos convocar.
Nenhuma situação externa poderá modificar a serenidade daquele que conquistou o caminho luminoso.
Olhai, orai, vigiai.
Muita paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário