quinta-feira, 27 de outubro de 2016

AVAREZA.

"E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza, porque a vida de cada um não consiste na abundância das coisas que possui." (Lucas, 12:15).
                       
                         Evitemos a possibilidade da realização egoísta, sem espírito de cooperação fraterna.
                         O acumulo de bens não é apenas entesourar dinheiro nos cofres da mesquinhez.
                         Até a água  quando estagnada em um local qualquer, sem ser utilizada ou canalizada para uma finalidade, torna-se infecta e inútil. Aquele que vive para levar vantagens sobre seu semelhante, só pensando em si mesmo, é uma pessoa infeliz.
                          A avareza é uma atitude doentia, pois somente tem em mente, objetivos que o levará a amargura e sofrimento. Não existe vantagem nenhuma, na habilidade em negócios obscuros para amealhar maiores lucros.
                           É necessário que sigamos o exemplo e os ensinamentos do Cristo.  Porque, toda atitude egoística acaba gerando outras mazelas piores; tais como a prepotência, inveja, preconceito, e o julgamento. Sigamos as palavras do Mestre quando disse: "Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para vossa alma." (Mateus, 11:29).
                         As grandes fortunas proporcionam prestígio e causam admiração entre os homens; respeito para àquele que a conquistou. No entanto, tudo isso não poderá ser transferido para o plano espiritual, quando seu dono deixar o corpo de carne, e seu Espírito despertar no outro mundo na miséria moral.
                          Todo bem material adquirido na terra, é Deus que o concedeu ao homem para que fosse bem utilizado ao gerar conforto e reconforto, aos que trabalharam em busca de sustento para si e sua família.
                           Quando são explorados pela ganância do avarento, tornam-se credores do patrão irresponsável, egoísta. Ao se encontrarem no plano espiritual, o avarento será julgado pelo próprio tribunal da consciência culpada; e as vítimas de sua  ambição, se não se revoltarem e exercendo o perdão, estarão junto as entidades luminosas, com sua consciência em paz, pois resgataram seus débitos perante a Lei do Criador, com as lágrimas que derramaram  na terra.
                            Os mansos e humildes, aceitando o sacrifício regenerador, dão exemplo de amor, renúncia pessoal que o Senhor demonstrou em sua trajetória sublime.
                             Olhai, orai, vigiai.
 
Paz em Cristo.

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