"Saindo eles, porém, divulgaram sua fama por toda aquela terra." (Mateus, 31:9).
A recomendação do Mestre aos dois cegos que ficaram curados, de não divulgar aquele fato, foi para que os mesmo exercessem a virtude do silêncio da língua. Lembrou-lhes o Cristo, com aquela advertência que, o muito falar era o calcanhar de Aquiles de ambos. Porém, não deram importância ao precioso ensinamento de Jesus; procedendo exatamente ao contrário da sábia advertência.
Isso também acontece com grande parte de criaturas que tem seus olhos abertos pelos ensinamentos do Evangelho. Enquanto permanecem na escuridão da ignorância, rogam as preciosas lições da Boa Nova; mas quando são abençoados com o entendimento das verdades evangélicas, ao invés de se manterem no silêncio íntimo da vaidade, abrem a boca e se consideram privilegiados pela graça recebida.
A recomendação do silêncio feita por Jesus, é justamente para que falemos menos e pratiquemos mais, através de nossas atitudes renovadas; pois uma ação vale por mil palavras. A seara bendita do Mestre necessita de trabalhadores dispostos a sacrifícios pessoais, em nome do bem e amor ao próximo; e não de oradores que permanecendo diante do púlpito, falam muito, mas nem sempre praticam o que falam.
Olhai, vigiai, orai.
Paz em Cristo.
A recomendação do Mestre aos dois cegos que ficaram curados, de não divulgar aquele fato, foi para que os mesmo exercessem a virtude do silêncio da língua. Lembrou-lhes o Cristo, com aquela advertência que, o muito falar era o calcanhar de Aquiles de ambos. Porém, não deram importância ao precioso ensinamento de Jesus; procedendo exatamente ao contrário da sábia advertência.
Isso também acontece com grande parte de criaturas que tem seus olhos abertos pelos ensinamentos do Evangelho. Enquanto permanecem na escuridão da ignorância, rogam as preciosas lições da Boa Nova; mas quando são abençoados com o entendimento das verdades evangélicas, ao invés de se manterem no silêncio íntimo da vaidade, abrem a boca e se consideram privilegiados pela graça recebida.
A recomendação do silêncio feita por Jesus, é justamente para que falemos menos e pratiquemos mais, através de nossas atitudes renovadas; pois uma ação vale por mil palavras. A seara bendita do Mestre necessita de trabalhadores dispostos a sacrifícios pessoais, em nome do bem e amor ao próximo; e não de oradores que permanecendo diante do púlpito, falam muito, mas nem sempre praticam o que falam.
Olhai, vigiai, orai.
Paz em Cristo.
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