"Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo na libertinagem." (Lucas,15:13).
Este versículo, faz parte da parábola do "filho pródigo," contada por Jesus. O filho mais moço, na sua pouca experiência de vida, não dando ouvidos aos sábios conselhos do pai, preferiu aventurar-se lançando-se ao mundo, como um frágil barquinho em um mar revolto. E para garantir sua irresponsável e equivocada atitude, exige que seu pai lhe dê parte da herança que era de seu direito; na sua imaginação fértil e egoísta.
No mundo, encantado e enganado pela malícia dos astuciosos, deixou-se levar pela satisfação dos sentidos e pelos excessos da carne. Dinheiro não se multiplica sem o esforço e o suor do rosto, na constante labuta de cada dia! Foi o que seu pai realizou ao longo de muitos anos de sacrifício e disciplina.
Este jovem não pensou na grande dor que causou no coração de um pai, que desde pequenino, o acalentara, protegera; e acima de tudo, o amou profundamente. Foi mal agradecido! Principalmente ao virar as costas, a dedicação e o esforço que seu pai fizera para que nada lhe faltasse, desde a infância.
Tendo acabado todo o dinheiro que recebera do pai, o malfadado aventureiro, viu-se em uma situação que nunca havia experimentado antes; ou seja, a fome. Foi nesse momento que a sua mente despertou para a dura realidade da vida. Então começou a compreender todo o sacrifício que seu pai passou para conquistar tudo que ele como filho ingrato, abandonara e perdera da maneira mais vil e desonesta.
Sentiu na própria pele, os horrores da miséria; material e humana. Sentiu-se mais miserável e sujo, que os porcos o qual cuidava, para garantir um pouco de alimento e não morrer de fome. Depois de saturado de tanto sofrimento, a humildade finalmente começou a brotar em seu coração; regada pelos maus tratos que a vida lhe infligira.
Foi nesse momento de razão e sensibilidade, lembrou-se que tinha um pai e uma família. Então pensou consigo mesmo: Voltarei para meu pai; e ajoelharei diante de seus pés! Oferecerei meus serviços, como o mais humildes de seus servos! E esperarei o tempo que for necessário para merecer o seu perdão.
Jesus queria que todos compreendessem o valor da família, como célula importante de uma sociedade; os perigos que ameaçam os jovens, quando estes não dão ouvidos aos conselhos e a autoridade dos pais. Filhos que se acham donos da verdade! Escravos do orgulho e da prepotência, considerando os progenitores, velhos tolos e ultrapassados. Ao agirem assim, pagam um preço demasiado alto pela sua insensatez.
Fica o pai com uma imensa dor no coração! Mas, quando o filho volta arrependido, e humilde, com as marcas do sofrimento estampadas no rosto, o pai amoroso e sábio, o perdoa! E este dia é glorioso para ambos. Oração e vigilância.
Paz do Cristo.
Este versículo, faz parte da parábola do "filho pródigo," contada por Jesus. O filho mais moço, na sua pouca experiência de vida, não dando ouvidos aos sábios conselhos do pai, preferiu aventurar-se lançando-se ao mundo, como um frágil barquinho em um mar revolto. E para garantir sua irresponsável e equivocada atitude, exige que seu pai lhe dê parte da herança que era de seu direito; na sua imaginação fértil e egoísta.
No mundo, encantado e enganado pela malícia dos astuciosos, deixou-se levar pela satisfação dos sentidos e pelos excessos da carne. Dinheiro não se multiplica sem o esforço e o suor do rosto, na constante labuta de cada dia! Foi o que seu pai realizou ao longo de muitos anos de sacrifício e disciplina.
Este jovem não pensou na grande dor que causou no coração de um pai, que desde pequenino, o acalentara, protegera; e acima de tudo, o amou profundamente. Foi mal agradecido! Principalmente ao virar as costas, a dedicação e o esforço que seu pai fizera para que nada lhe faltasse, desde a infância.
Tendo acabado todo o dinheiro que recebera do pai, o malfadado aventureiro, viu-se em uma situação que nunca havia experimentado antes; ou seja, a fome. Foi nesse momento que a sua mente despertou para a dura realidade da vida. Então começou a compreender todo o sacrifício que seu pai passou para conquistar tudo que ele como filho ingrato, abandonara e perdera da maneira mais vil e desonesta.
Sentiu na própria pele, os horrores da miséria; material e humana. Sentiu-se mais miserável e sujo, que os porcos o qual cuidava, para garantir um pouco de alimento e não morrer de fome. Depois de saturado de tanto sofrimento, a humildade finalmente começou a brotar em seu coração; regada pelos maus tratos que a vida lhe infligira.
Foi nesse momento de razão e sensibilidade, lembrou-se que tinha um pai e uma família. Então pensou consigo mesmo: Voltarei para meu pai; e ajoelharei diante de seus pés! Oferecerei meus serviços, como o mais humildes de seus servos! E esperarei o tempo que for necessário para merecer o seu perdão.
Jesus queria que todos compreendessem o valor da família, como célula importante de uma sociedade; os perigos que ameaçam os jovens, quando estes não dão ouvidos aos conselhos e a autoridade dos pais. Filhos que se acham donos da verdade! Escravos do orgulho e da prepotência, considerando os progenitores, velhos tolos e ultrapassados. Ao agirem assim, pagam um preço demasiado alto pela sua insensatez.
Fica o pai com uma imensa dor no coração! Mas, quando o filho volta arrependido, e humilde, com as marcas do sofrimento estampadas no rosto, o pai amoroso e sábio, o perdoa! E este dia é glorioso para ambos. Oração e vigilância.
Paz do Cristo.
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