"E o rei Herodes, ouvindo isto, perturbou-se, e toda Jerusalém com ele." (Mateus, 2:3).
Eles ainda continuam aqui, mesmo depois de séculos.
Sua sombra maligna, ameaça todas as mulheres; alegando que a maternidade está causando vários problemas, para as nações e para o mundo.
Não haverá como alimentar tantas bocas! Dizem os "especialistas."
Muitos estimulam a mulher a restringir a maternidade a um filho apenas. Afinal de contas, ela tem seus compromissos financeiros e estéticos. A sociedade cobra dela, a manutenção de uma silhueta sempre jovial e saudável; além do mais, o padrão oficial de beleza ocidental, é manter-se sempre esbelta e magra.
Mais de um filho, torna seu corpo flácido, e talvez jamais será o mesmo após repetidas gravidez. E o que é pior, se for indesejada.
No entanto, a Terra precisa de braços para promover o progresso; não somente do próprio planeta, como também do próprio Espírito reencarnante. Se o impedem de nascer, como ele evoluirá?
A superfície do planeta é um verdadeiro campo de provas. É aqui que o Espírito se depura, e aperfeiçoa seus sentimentos; livrando-se dos reflexos deletérios do seu passado.
Se continuar a evitar o nascituro, em breve seremos uma população da terceira idade. Porque, tudo que não avança, tende a regredir.
"Traziam-lhes crianças para que as tocasse, mas os discípulos as repreendiam. Vendo isso, Jesus ficou indignado e disse: Deixai as crianças virem a mim. Não as impeçais, pois delas é o Reino de Deus. Em verdade vos digo: Aquele que não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele. Então, abraçando-as, abençoou-as, impondo as mãos sobre elas."(Marcos, 10:13-16).
Que ensinamento maravilhoso! Aqui, o Mestre nos dá exatamente a dimensão do problema. Que venham as criancinhas! esta deveria ser as palavras de todos que se juntam em matrimônio.
Aqueles que não forem humildes, simples e sincero como as crianças, não poderá ser considerado filho de Deus. Cabe a cada um a escolha: Seguir a Herodes ou a Deus.
Paz para toda a Humanidade.
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