"Fala a todo povo desta terra, e aos sacerdotes, dizendo: Quando jejuastes, e pranteastes, no quinto e no sétimo mês, durante estes setenta anos, jejuaste vós para mim, mesmo para mim?" (Zacarias, 7:5).
Mesmo depois de centenas de anos, o homem ainda não entendeu a questão do jejum recomendado pelo Senhor.
Quando jejuam, jejuam para quem?
Na verdade, jejuam para eles mesmos. Abster-se de determinado alimento é fácil! Mesmo porque, de tanto comer, já estamos satisfeitos de quase todas as iguarias.
O difícil é a abstenção das concupiscências, ou seja, da satisfação exagerada dos sentidos, do acúmulo de bens materiais, do orgulho, do egoísmo, da prepotência, da maledicência, enfim, da aridez do nosso coração.
"Porém tu, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto. Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em oculto; e teu Pai, que vê em oculto, te recompensará." (Mateus, 6: 17 e 18).
Isso significa: Tirar da mente, todo mau pensamento, julgamentos, e outras mazelas que obscurece a cabeça da maioria das criaturas. Façamos isso em silêncio, numa reflexão íntima sincera. Sem alardes.
Assim receberemos nossa recompensa. Como está no versículo citado por Mateus, receberemos as Bênçãos do Senhor, que está "em oculto," mas que tudo vê.
Este é o ensinamento de Jesus a respeito do jejum.
Muita Paz.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
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