quinta-feira, 10 de abril de 2014

CONVERSÃO.

"E tu, quando te converteres, confirma teus irmãos." (Lucas, 22:32).
                   
           
               Existe a conversão verdadeira e aquela que tem a roupagem do misticismo e do fanatismo dogmático. A primeira é baseada no conhecimento e na prática do amor fraterno, a segunda é obscura, efêmera e amante da inércia.
               Muitos exclamam que acreditam, mas poucos podem declarar que estão transformados.
               A transformação vem da compreensão daquilo que se acredita, passando pela Fé raciocinada, testemunho na seara, até chegar-se a conversão. Acreditou porque compreendeu, e por isso converteu-se.
              São simbólicas as palavras do Mestre a Pedro.
              Foram ditas por Jesus na hora derradeira do calvário, na última estada do Cristo com os Apóstolos. Jesus pretendeu com estas palavras, lembrar a Pedro da grande responsabilidade outorgada a ele.
              O pescador de Cafarnaum, deveria confirmar os irmãos na fé, quando se convertesse.
              Pedro era um dos discípulos mais próximo de Jesus, viu curas assombrosas dos males do corpo e do Espírito, realizadas pelo Mestre. 
              Mesmo assim, o amoroso Apóstolo ainda mantinha dúvidas no coração, mesmo depois de três anos como testemunha das maravilhas que o Cristo falou exemplificou e realizou diante dele.
               Depois de ver o fenômeno acontecido no Tabor, Lázaro saindo com vida do sepulcro, ainda não estava inteiramente convertido.
             Somente depois de sofrer a culpa amarga da negação de Jesus, de sofrimentos enormes, sacrifícios pessoais, servindo, trabalhando e anunciando o Evangelho, é que a sombra da dúvida foi banida do seu íntimo, sendo substituída pela Luz Imperecível que emana do coração do Cristo.
            Não se converte apenas com palavreado bonito ou momentos que nos cause emoção. É preciso estarmos preparados para dar nosso testemunho, nos colocando como servidor em nome do Cristo.
            Miremos no exemplo de Simão Pedro, ele andava com o Mestre dos mestres e mesmo assim teve dúvidas enormes em seu íntimo.
           E nós? Já nos convertemos?
          
Muita Paz.
           
             

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