domingo, 2 de março de 2014

A PARÁBOLA DOS DEZ TALENTOS.

"Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da Terra, chamou seus servos, e entregou-lhes os seus bens." (Mateus, 25: 14 a 30).
                 
             
                     Nesta Parábola, vemos uma delegação de responsabilidades por parte do Senhor, para seus servos.
                     Tendo que ausentar-se por algum tempo, deixou a cargo deles os seus bens.
                     A um deles, deu cinco talentos,  ao o outro, deu dois talentos, por último, deu ao terceiro servo um talento, para que administrassem segundo a capacidade de cada um.
                    Tempos depois, o senhor retorna a sua propriedade e pede contas aos servos dos bens administrados.
                    Aquele que recebera cinco talentos, apresenta outros cinco de lucro, pela aplicação feita por ele.
                   O que tinha recebido dois talentos, apresentou mais dois talentos de juros, que recebeu ao aplicar os dois talentos.
                   O terceiro servo, aquele que tinha recebido um talento, não apresentou nenhum talento a mais, pois enterrara o único talento na terra, com medo de perde-lo em qualquer negócio.
                   Naturalmente que o senhor louvou a atitude dos dois servos que aplicaram em o seu dinheiro, ao terceiro porém, ele mandou que o castigassem.
                   A lei Divina, age com uma sabedoria ainda maior na aplicação da Justiça.
                   Todos nós ao encarnar na Terra, recebemos do Creador, "Talentos" em forma de bênçãos, segundo o merecimento de cada um; este merecimento é fruto do esforço de cada criatura para melhorar-se espiritualmente.
                  Cada talento conquistado, representa um degrau a mais na escada evolutiva. A medida que o homem educa os seus sentimentos, vai multiplicando os "talentos" que recebeu do Senhor da vida.
                 Esta é a verdadeira razão para estarmos na superfície da Terra, ou seja, o auto aperfeiçoamento em todos os sentidos. O único caminho para alcançar uma evolução é através da educação dos sentimentos.
                Quando recusamos a multiplicar os talentos recebidos, agimos segundo a atitude do servo que enterrou na terra o único talento recebido, preferindo optar pelo menor movimento, ou seja, não fazendo nada em prol da evolução espiritual.
         
Muita Paz.
           
       
             

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