"Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida, coxo ou aleijado, do que tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno." (Mateus, 18:8).
O fenômeno da reencarnação, é o a melhor maneira para desvendar os "mistérios" da dor e do sofrimento, mostrando-nos a perfeição da Justiça Divina.
Em várias ocasiões, falou o Mestre a respeito de sua aplicação.
É importante dizer, que Jesus se dirigia a uma sociedade estagnada, e quase morta.
A maioria dos cristãos, conhece apenas, o gênero de morte, em que ele, com sua consciência culpada deverá prestar contas ao Creador esperando o seu perdão.
Porém, a questão não é tão simples assim. A Lei de Deus está escrita na consciência de cada Espírito (Livro dos Espíritos, pergunta: 621).
Então, se a Alma ao desencarnar, culpar sua consciência, devido sua postura quando encarnada, estará em um verdadeiro "inferno".
Por outro lado, se a Alma não culpar sua consciência, estará em paz, ou seja em um verdadeiro Céu.
Portanto, estando o Espírito com problemas de consciência no plano espiritual, somente terá uma solução, livrando-se da culpa, para isso, terá que renascer para resgatar o mal que tenha cometido na superfície do planeta.
Assim é a Lei Divina.
Por isso a expressão usada por Jesus: "Melhor te é entrar na vida" significando a melhor solução para a reeducação do ser.
Eis o motivo que determina os renascimentos dolorosos, onde incluem aqueles que apresentam "sequelas" em seus corpos, tais como: defeitos físicos, mentais, cegos, desvios morais e etc.
Quando as letras evangélicas se referem ao "fogo eterno", não está mentindo; pois, enquanto a Alma desencarnada, ainda prisioneira da culpa, e recusando-se a viver em Jesus, pode levar um longo tempo - até mesmo séculos - para aceitar a misericordiosa ajuda do Cristo, isso para esse Espírito rebelde, representa o suplício eterno.
Ou seja, todo suplício, tem a medida, do orgulho e da rebeldia, para todos que se recusarem o remédio que vem do Mestre.
Muita Paz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário