"Mas nem todas as coisas edificam." (I Aos Coríntios, 10:23).
Em toda a história humana, existiu os chamados "mornos", ou seja, aqueles que não tomam posição diante das situações.
Examinando a questão, é necessário uma justa análise para não cair na leviandade.
O homem é livre para dedicar-se as questões intelectuais e aos negócios, sendo incontestável a sua iniciativa perante a sociedade. No entanto, é de bom alvitre saber a linha de conduta em ambos os casos.
De nada valerá o aculturamento individual, se o mesmo não der os frutos da instrução; assim como, o dinheiro entesourado é sinônimo da avareza egoísta e improdutiva.
O intelectual que usa seus conhecimentos apenas para imprecionar seus pares, é como uma poça d'água, que logo torna-se-á apodrecida, tendo suas palavras caídas no vazio da inutilidade.
Assim como, aquele que acumulou fortuna e não a empregou em benefício da sociedade em que vive, gerando trabalho para o sustento das famílias contribuindo para o seu desenvolvimento geral.
O homem ciente das suas responsabilidades cumpre o dever que lhe cabe.
Se existem grandes sofrimentos na superfície da planeta, é porque a maioria dos seres humanos preocupa-se egoisticamente com o materialismo, olvidando o dever fraterno da distribuição dos bens conquistados, quer seja, material ou intelectual.
Enquanto o homem for escravo do seu egoismo, sempre faltará para a maioria, a comida no prato e a luz do saber.
Muita Paz.
domingo, 7 de abril de 2013
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