quinta-feira, 7 de junho de 2012

As Questões Psíquicas, Espirituais E Monetárias Cntidas No Evangelho.

PRINCIPAIS TÓPICOS:
                       
                        
Mateus, 15:14 A Questão Da Instrução: "Se um cego conduz o outro, ambos caem no foço."
               
          - Necessidade do auto perdão para buscar o autoconhecimento, e consequentemente, nos tornar instrumento da fraternidade pela espiritualidade maior. Concretizando nosso resgate, pelo trabalho na Seara Bendita de Jesus, em prol do necessitado, tendo como lema, Deus, Cristo, Caridade.
                    
          - A Questão Do Julgamento: A mulher Adultera. João, 8:3.
                 
            - A todo momento estamos condenando ou julgando a outrem. Como pode, seres imperfeitos, e com débitos pesados perante a Lei Divina, ousar condenar ou julgar o seu semelhante? É algo que todo neófito do Amor deve refletir e tentar resolver. Estejamos atentos as palavras do Mestre, em Mateus, 7:1a6.
              O exemplo do não julgar, na epístola de Judas: 1:9 "Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: o Senhor te repreenda.
               Mesmo na condição de arcanjo, Miguel, não ousou julgar a entidade do mal, deixando a cargo de Jesus, quando no deserto, séculos mais tarde, tomar a sua decisão. Assim deveriamos proceder, principalmente com os membros da nossa família, onde justamente estão aqueles que mais pisam em nosso calo.
           
        - A Questão material: "O Mancebo Rico." Mateus, 19:23, Provérbios, 23:4.
               
          - Os bens materiais, quando bem empregados, principalmente na satisfação do nosso necessário é fator importante no nosso processo evolutivo. Haja vista que, quando empregamos o dinheiro para ajudar o mais necessitado, estamos também desenvolvendo a fraternidade, além da auto educação promovida pela desvinculação do excesso. É o nosso óbolo da viúva.
             O Mancebo de qualidade, como está posto no evangelho, teve a oportunidade de se desvincular de todo pesado fardo do materialismo ao ser instruído por Jesus. Porém, não o quis fazer, pois achou que se assim procedesse perderia vultosos lucros. Preferiu continuar na condição de servo de Deus, abandonando a grande oportunidade de tornar-se Filho de Deus, e continuar na sua casa.
             Assim é a grande maioria da humanidade, preferindo a condição de servos, sendo que desse modo esperam por uma recompensa. Vide Lucas, 6:32a38. Reflitamos sobre isso.
             
       - A Questão Espiritual: Jesus no Tabor. A Transfiguração. Mateus, 17:2, Lucas, 9:29, Marcos, 9:2.
          No Levítico, 20:27, encontramos o texto da proibição de Moisés a comunicação com os Espíritos. Proibição esta, naturalmente condizente com o tempo e o local no qual se encontrava o povo Hebreu. Denominamos de "circunstâncias e necessidades."
           Já com Jesus no Tabor, também havia circunstância e necessidade, porém o tempo era outro e o objetivo mais ainda. Agora, quem estava a frente da questão era o próprio construtor do orbe. A lição era muito profunda.

            Estava inaugurada uma nova era para a humanidade, o entrelaçamento de duas dimensões  extremamente importantes para a evolução do ser humano. A interdependência dos dois planos, jamais poderia ser negligenciada e muito menos declarada maligna, visto que, a imagem de Jesus falando com Moisés e Elias, tiram qualquer dúvida da extraordinária importância que iria exercer por ocasião da codificação da Doutrina dos Espíritos, no que diz respeito as faculdades mediúnicas.
             Todos nós, estudantes das letras evangélicas e trabalhadores na Bendita Seara de Jesus, temos o dever de levar sempre adiante, a luz contida no seu Evangelho, primeiro para dentro do nosso próprio coração, para em segundo tempo explicá-la sempre tirando o espírito da letra, e dentro dos parâmetros da física universal.
 
Muita Paz.
             
               

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