terça-feira, 22 de maio de 2012

O Santo de Deus.

"Dizendo: Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Viestes a destruir-nos? Bem sei quem és: O Santo de Deus!" (Lucas, 4:34).
                 
                              
                    É muito engraçado, o modo que determinadas organizações religiosas tratam a figura do demônio! Agem como se ele fosse uma criatura totalmente desprovida de inteligência. Por mais incrivel que possa parecer, as vezes a entidade do mal acredita mais em Jesus, do que muitos que se intitulam cristãos.
                    O texto citado em Lucas é muito claro. Aquele homem na Sinagoga, numa psicofonia clara e objetiva deu passividade a um Espírito ainda "preso" as garras da maldade, que conhecia Jesus e sabia exatamente quem era o Mestre e a que veio. Tanto que a entidade do mal pergunta qual seria o seu próprio destino dali para frente.
                     Para  o próprio bem da entidade maligna e de quem lhe dava guarida através da sintonia, o Divino Mestre ordenou que o Espírito ignorante se afastasse do encarnado. E todos ficaram admirados com a autoridade moral que Jesus possuía diante dos "demônios."
                   Autoridade moral, este sim deveria ser o objeto de desejo de todos nós que gostamos de acumular bens que "a traça come", ao invés de Bens que são para a salvação de nossas próprias vidas. Aquele que adquiriu uma autoridade moral através de uma conduta reta e o procedimento fraterno, não precisa temer mal algum, pois tem dentro de si a certeza da sua autoridade, que não foi de graça, e sim uma conquista do Espírito.
Muita Paz.
                  
                     
                    
                         
                                   
                   

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