"E Jesus saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas."(Marcos:6:34)
Uma verdadeira multidão acercava-se de Jesus, naquele lugar afastado da cidade. O Mestre e os discípulos tinham se retirado para um lugar ermo, onde poderiam fazer um balanço das ultimas atividades e meditar.
Toda aquela gente esperava por parte de Jesus, a resolução de todos os seus problemas, principalmente os de ordem material. Pediam de tudo. Gritavam o nome do Mestre, como que um desespero, repentinamente turvou-lhes a consciência.
Sintonizados com entidades sofredoras e obsessoras, a turba não abandonava o local. Foi então que Jesus "teve compaixão deles", e começou a pregar o seu Evangelho de Amor. Mas, seus ouvidos ensurdecera-se, e seus olhos somente queriam ver, o que satisfizesse seus anseios materialistas. Jesus falava-lhes que o reino de Deus não viria com aparências exteriores e, que o maior mandamento é: "Ama o teu próximo como a ti mesmo".
Os discípulos estavam impacientes com tamanha algazarra: gritos, choros, lamentos de toda a espécie. Em seu coração magnânimo, O Mestre dos Mestre, o construtor do orbe, o Ser mais sublime que pisou a face da terra, compadecia ao ver tamanha indiferença para com as questões do seus próprios espíritos. Jesus lhes falava de Amor, e eles gritavam por pão para saciar seus estômagos.
Um dos apóstolos aproxima-se do Mestre e, o aconselha: Despeça-os! Mas, Jesus não queria despedi-los sem dar-lhes o principal: O Pão do Espírito. Chamando os apóstolos, O Mestre ordena que eles organizassem a multidão em grupos sobre a relva verde. Subtamente, todos calam. O momento é especial. Entidades angélicas cercam o local e o inundam com fluidos balsamizantes. Espíritos em sofrimento são acolhidas ali naquela hora sublime.
A multidão é tomada de uma paz nunca sentida por eles antes. O silêncio é absoluto.
O Mestre, dirige-se ao Alto em prece. Os Espíritos de Luz, sob seu comando, extraem da natureza tudo que é necessário para multiplicar os pães e os peixinhos. "E, tomando Ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao Céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seu discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos."(Marcos:6:41)
Enfim! Saciados do pão do corpo, puderam receber finalmente o Pão do Espírito. Muita Paz.
domingo, 10 de abril de 2011
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